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sábado, 23 de abril de 2011

Evangelização Infantil

A Importância da Evangelização Infantil


Por que o período infantil é o mais importante para a tarefa educativa?


Por que a escola de evangelização espírita infantil antes dos 7 anos de idade?


Qual deve ser o conteúdo espírita a ser estudado pela criança na escola de evangelização?

O que é o Instituto da Criança?

Mensagem - Site Centro Espírita: Instituto da Criança

“A Criança ainda é o sorriso do futuro na face do presente. Evangelizá-la é, pois, espiritualizar o porvir, legando-lhe a lição clara e pura do ensinamento cristão, a fim de que, verdadeiramente, viva o Cristo nas gerações de amanhã.”

Francisco Spinelli

Fonte: Site Centro Espírita

Mensagem - Site Raul Teixeira



A paz na morte


Mesmo quando o nosso dever moral seja o de pelejar para alijar as práticas violentas da vida da coletividade social, cabe-nos entender que em tudo o que se vive hoje em dia, no seio das sociedades mais diferenciadas, há um sentido educativo e impulsionador do progresso de que necessitamos.
Ainda quando nos caiba laborar vivamente pela paz, promovendo-a desde os nossos mais simples gestos, precisaremos entender o porquê de nos acharmos atados às vivências ásperas, complexas e violentas de um mundo expiatório como a Terra, dado o nosso estado empobrecido de evolução.
No planeta em que renascemos para a aquisição da escolaridade ampla, capaz de nos iluminar os conhecimentos do intelecto e do sentimento, enfermidades, frustrações, deficiências e morte são as peças que compõem o estranho mosaico da nossa experiência de redenção enquanto efetuamos o caminho da autoiluminação.
Vale a pena, então, fazer esforços para desenvolver estilos de vida que nos credenciem a fazer sintonia com as bênçãos da saúde e não com as faixas da doença; a desenvolver raciocínios lúcidos aprumados ao bom senso, para que não fiquemos atados aos processos de frustrações.
Urge consigamos valorizar a honra do corpo físico, respeitando-o de todos os modos, fugindo aos excessos como quer que se expressem, a fim de não conectarmos com dispensáveis deficiências que costumam impor graves sofrimentos. Torna-se indispensável que movimentemos nossa jornada terrena de tal forma nobre, luminosa e digna que não nos prendamos ao temor da morte corporal, mas, sim, evitemos as ocorrências da morte moral, motivada pelos vícios de todos os tipos, que aprisionam a pessoa aos pelourinhos das torturantes dependências.
Para viver em regime de paz é imprescindível não sintonizar com as inspirações da violência nem com as façanhas dos violentos. Assim, a morte nos alcançará sem qualquer travo de culpa na consciência.
Para disseminar as propostas da paz é fundamental não alimentar as impressões do medo nem comungar com os medrosos. Assim a morte nos achará confiantes na vibração da perene vida.
Para se ter paz na morte, que inicia seu processo desgastador desde o primeiro hausto da criatura quando nasce, é necessário ao indivíduo manter-se em caminho de moderação em tudo o que diga e em busca de harmonia em tudo o quanto faça, exercitando-se em viver equilibradamente.
A desencarnação não pesará sobre quem soube amar a Deus e respeitar o próximo como não aprisionará em celas de amargura e remorsos quem soube ser livre e, ao mesmo tempo,  respeitar a liberdade alheia.
Apesar do sofrimento moral que o passamento de um ser querido nos impõe, a morte física significa, em tese, a ansiada alforria após uma existência de lutas, de produtividade e de amor na busca da autorrenovação, do progresso e da paz.
                                                         Ivan de Albuquerque
Mensagem psicografada por Raul Teixeira, em 14.05.07, na Sociedade Espírita Fraternidade, em Niterói-RJ.
Em 18.03.2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Trabalhadores da última hora

Mutirão dos colaboradores

Ocorreu neste feriado de  sexta-feira ( 22.04.2011) um animado mutirão dos colaboradores para a manutenção do jardim do CEACLUZ. A participação nos mutirões é uma importante atividade do centro uma vez que este depende do trabalho voluntário para seu funcionamento. As legendas das fotos são da esquerda para a direita.

Afonso, Pedro e Sirlene

Afonso

Sirlene

Afonso Sirlene e Pedro

Pedro, Afonso e Sirlene

Sirlene

Cláudia, Irmã da Cláudia, Sirlene, Pedro e Afonso

  

Mensagem - Site da Revista Cristã de Espiritismo



O espírita e a páscoa
Escrito por Rudymara   

            Páscoa é uma palavra hebraica que significa "libertação". Com o êxodo, a Páscoa hebraica será a lembrança perpétua da libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, através de Moisés.Assumida pelos cristãos, a Páscoa Cristã será a lembrança permanente de que Deus libera seu povo de seus "pecados" (erros), através de Jesus Cristo, novo cordeiro pascal.

O ritual da Páscoa mantém viva a memória da libertação, ao longo de todas as gerações. "Cristo é a nossa Páscoa (libertação), pois Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" - (João, 1:29).
João usou o termo Cordeiro, porque usava-se na época de Moisés, sacrificar um cordeiro para agradar á Deus. Portanto, dá-se a idéia de que, Deus sacrificou Jesus para nos libertar dos pecados. Mas para nos libertarmos dos "pecados", ou seja, dos erros, devemos estar dispostos a contribuir, utilizando os ensinamentos do Cristo como nosso guia. Porque Jesus não morreu para nos salvar; Jesus viveu para nos mostrar o caminho da salvação.

Esta palavra "salvação", segundo Emmanuel, vale por "reparação", "restauração", "refazimento".

Portanto, "salvação" não é ganhar o reino dos céus; não é o encontro com o paraíso após a morte; salvação é "libertação" de compromisso; é regularização de débitos. E, fora da prática do amor (caridade) de uns pelos outros, não seremos salvos das complicações criados por nós mesmos, através de brigas, violência, exploração, desequilíbrios, frustrações e muitos outros problemas que fazem a nossa infelicidade.

Portanto, aproveitemos mais esta data, para revermos os pedidos do Cristo, para "renovarmos" nossas atitudes. Como disse Celso Martins, no livro "Em busca do homem novo" : "Que surja o homem NOVO a partir do homem VELHO. Que do homem velho, coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação às leis Morais, possa surgir, para ventura de todos nós, o homem novo, gerado sob o influxo revitalizante das palavras e dos exemplos de Jesus Cristo, o grande esquecido por muitos de nós, que se agitam na presente sociedade tecnológica, na atual civilização dita e havida como cristã.

Que este homem novo seja um soldado da Paz neste mundo em guerras. Um lavrador do Bem neste planeta de indiferença e insensibilidade. Um paladino da Justiça neste orbe de injustiças sociais e de tiranias econômicas, políticas e/ou militares. Um defensor da Verdade num plano onde imperam a mentira e o preconceito tantas e tantas vezes em conluios sinistros com as superstições, as crendices e o fanatismo irracional.

Que este homem novo, anseio de todos nós, seja um operário da Caridade, como entendia Jesus: Benevolência para com todos, perdão das ofensas, indulgência para com as imperfeições alheias."

Por isso, nós Espíritas, podemos dizer que, comemoramos a páscoa todos os dias. A busca desta "libertação" e/ou "renovação" é diário, e não somente no dia e mês pré determinado. Queremos nos livrar deste homem velho.  Que ainda dá maior importância para o coelhinho, o chocolate, o bacalhau, etc., do que renovar-se. Que acha desrespeito comer carne vermelha no dia em que o Cristo é lembrado na cruz. Sem se dar conta que o desrespeito está em esquecer-se Dele, nos outros 364 dias do ano, quando odiamos, não perdoamos, lesamos o corpo físico com bebidas alcoólicas, cigarro, comidas em excesso, drogas, sexo desregrado, enganamos o próximo, maltratamos o animal, a natureza, quando abortamos, etc. Aliás, fazemos na páscoa o que fazemos no Natal. Duas datas para reflexão. Mas que confundimos, infelizmente, com presentes, festas, comidas, etc.

Portanto, quando uma instituição espírita se propõe a distribuir ovos de páscoa aos carentes não significa que esteja comemorando esse dia, apenas está cumprindo o preceito de caridade, distribuindo um pouco de alegria aos necessitados.

 Aspectos históricos dos ovos de páscoa

Na antigüidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Por isso, os persas acreditavam que a Terra nascera de um ovo gigante.

Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.

Os ovos não eram comestíveis, como se conhece hoje. Era mais um presente original simbolizando a ressurreição como início de uma vida nova. A própria natureza, nestes países, renascia florida e verdejante após um rigoroso inverno.

Em alguns lugares as crianças montam seus próprios ninhos e acreditam que o coelhinho da Páscoa coloca seus ovinhos. Em outros, as crianças procuram os ovinhos escondidos pela casa, como acontece nos Estados Unidos.

Antigamente, me lembro, há mais de 20 anos, o costume era enfeitar e pintar ovos de galinha, sem gema e clara, e recheá-los com amendoim revestido com açúcar e chocolate. Os ovos de Páscoa, como conhecemos hoje (de chocolate), era produto caro e pouco abundante.

De qualquer forma o ovo em si simboliza a vida imanente, oculta, misteriosa que está por desabrochar.

A Páscoa é a festa magna da cristandade e por ela celebramos a ressurreição de Jesus, sua vitória, sua morte e a desesperança (Rm 6.9). É a festa da nova vida, a vida em Cristo ressuscitado. Por Cristo somos participantes dessa nova vida (Rm 6.5).

O chocolate

Essa história tem seu início com as civilizações dos Maias e Astecas, que consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o ouro. Os astecas usavam-no como moeda.

Na Europa aparece a partir do século XVI, tornando-se popular rapidamente. Era uma mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. O chocolate, na história, foi consumido como bebida. Era considerado como alimento afrodisíaco e dava vigor. Por isso, era reservado, em muitos lugares, aos governantes e soldados. Os bombons e ovos, como conhecemos, surgem no século XX. 

Mensagem do dia - FEB - 22/04/2011

INTERCESSÃO


 “Irmãos, orai por nós.” — Paulo. (1ª EPÍSTOLA AOS TESSALONICENSES, CAPÍTULO 5, VERSÍCULO 25.)


Muitas criaturas sorriem ironicamente quando se lhes fala das orações intercessórias.

O homem habituou-se tanto ao automatismo teatral que encontra certa dificuldade no entendimento das mais profundas manifestações de espiritualidade.

A prece intercessória, todavia, prossegue espalhando benefícios com os seus valores inalterados.

Não é justo acreditar seja essa oração o incenso bajulatório a derramar-se na presença de um monarca ter-restre a fim de obtermos certos favores.

A súplica da intercessão é dos mais belos atos de fraternidade e constitui a emissão de forças benéficas e iluminativas que, partindo do espírito sincero, vão ao objetivo visado por abençoada contribuição de conforto e energia. Isso não acontece, porém, a pretexto de obséquio, mas em conseqüência de leis justas.

O homem custa a crer na influenciação das ondas invisíveis do pensamento, contudo, o espaço que o cerca está cheio de sons que os seus ouvidos materiais não registram; só admite o auxilio tangível, no entanto, na própria natureza física, vêem-se árvores venerandas que protegem e conservam ervas e arbustos, a lhes receberem as bênçãos da vida, sem lhes tocarem jamais as raízes e os troncos.

Não olvides os bens da intercessão.

Jesus orou por seus discípulos e seguidores, nas horas supremas.

Do livro P�o Nosso

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Mensagem FEB

ESTAÇÕES NECESSÁRIAS


*
 “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor.” — (ATOS, CAPÍTULO 3, VERSÍCULO 19.)
Os crentes inquietos quase sempre admitem que o trabalho de redenção se processa em algumas providências convencionais e que apenas com certa atividade externa já se encontram de posse dos títulos mais elevados, junto aos Mensageiros Divinos.
A maioria dos católicos romanos pretende a isenção das dificuldades com as cerimônias exteriores; muitos protestantes acreditam na plena identificação com o céu tão-só pela enunciação de alguns hinos, enquanto enorme percentagem de espiritistas se crê na intimidade de supremas revelações apenas pelo fato de haver freqüentado algumas sessões.

Tudo isto constitui preparação valiosa, mas não é tudo.

Há um esforço iluminativo para o interior, sem o qual homem algum penetrará o santuário da Verdade Divina.

A palavra de Pedro à massa popular contém a síntese do vasto programa de transformação essencial a que toda criatura se submeterá para a felicidade da união com o Cristo. Há estações indispensáveis para a realização, porqüanto ninguém atingirá de vez a eterna claridade da culminância.

Antes de tudo, é imprescindível que o culpado se arrependa, reconhecendo a extensão e o volume das próprias faltas e que se converta, a fim de alcançar a época de refrigério pela presença do Senhor nele próprio. Aí chegado, habilitar-se-á para a construção do Reino Divino em si mesmo.

Se, realmente, Já compreendes a missão do Evangelho, identificarás a estação em que te encontras e estarás informado quanto aos serviços que deves levar a efeito para demandar a seguinte.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Mensagem - Portal do Espírito

A Feira do Livro Espírita

Naiara Taici Ferreira de Oliveira
de Ribeirão Preto, SP

Como sabemos, o Livro Espírita é semente que se plantada, garante a colheita farta no solo do Espírito.

E, em nossas praças públicas, esta semente está germinando, florescendo, frutificando e, o que nos deixa muito felizes, se multiplicando...

É uma árvore grandiosa, belíssima... A FEIRA DO LIVRO ESPÍRITA.

Sua raiz: o Evangelho de Jesus.

Seu tronco: as obras de Allan Kardec.

Sua copa: a Literatura Espírita.

Seus frutos: os livros – a Educação para sempre, o aprendizado.

O solo fértil para o plantio dessa semente são os dias de hoje, na importância que lhes representam para o Espírito imortal.

A Seara é imensa e os trabalhadores formam equipes de trabalho para dinamizar os diversos setores. Isto é servir, é espalhar, é semear a boa semente.

Assim, a Feira do Livro Espírita tem o objetivo de divulgar a Doutrina Espírita oferecendo as obras a preço de custo, para que justamente todos tenham condições de adquirir o Livro Espírita.

É realizada em praça pública, para fazer com que a divulgação alcance toda a coletividade.
A Feira do Livro Espírita além da divulgação do Espiritismo; incentiva o hábito da leitura, do estudo doutrinário; cria valiosa oportunidade para união da família Espírita; proporciona a entrada de novos companheiros no trabalho; favorece a aquisição de livros Espíritas por preços reduzidos; incentiva a criação e enriquecimento de Bibliotecas nos Centros Espíritas, além do imensurável benefício daqueles que, através desses livros encontram esclarecimentos, respostas e consolação.

Tem ainda o mérito de, em plena Praça Pública, proporcionar o esclarecimento sobre o que é o Espiritismo, desfazendo preconceitos e esclarecendo o público acerca de seus postulados.

A maior preocupação entretanto deve ser em relação aos livros que são levados à Feira. Devemos selecionar o melhor da Doutrina Espírita, buscando sempre a pureza doutrinária.

Cabe-nos deixar as melhores obras acessíveis, oferecer algo verdadeiramente bom, livros realmente espíritas comprometidos com a Causa no respeito à pureza doutrinária. Seria como se, diante de um grande pomar, deixássemos os melhores frutos para os visitantes saborearem e fortalecendo-se, entender a Vida como bênção.

A nossa feira aí está... estamos nos aproximando dela... somos todos chamados ao trabalho... Aceitemos a oportunidade... venha, visite, participe, trabalhe pois já entendemos que Doutrina Espírita, o Cristianismo redivivo, é o caminho para o crescimento, renovação e libertação em Jesus.

(Jornal Verdade e Luz Nº 185 de Junho de 2001)

Mensagem - Site Gotas de Paz

Quando somos fracos


Somos fracos, quando não reagimos aos nossos problemas;

Somos fracos, quando não percebemos que temos que mudar;

Somos fracos, quando nos afastamos do caminho do bem;

Somos fracos, quando queremos tudo ao nosso jeito;

Somos fracos, quando deixamos de dar nossa palavra de carinho a alguém;

Somos fracos, quando achamos que não precisamos do nosso irmão;

Somos fracos, quando deixamos os ensinamentos do Cristo para trás;

Somos fracos, quando não fazemos prece;

Somos fracos, quando não tomamos atitudes que possam libertar nossos sentimentos;

Somos fracos, quando ficamos na dependência do outro para mudar nossa vida;

Somos fracos, quando nos fazemos de vítima em relação às nossas dificuldades;

Somos fracos, quando abrimos os olhos ao amanhecer e não temos coragem de levantar.

Diante de tantas fraquezas que nos perseguem diariamente, temos a obrigação de começar nossa reação, somente aí veremos a força interior que temos para a modificação de nossos sentimentos dentro de nossos corações.

Divulgação


4º Encontro Brasileiro de Legisladores e Governantes pela Vida
 

Desde 2008, a Frente Parlamentar em Defesa da Vida – Contra o Aborto promove no Congresso Nacional um evento de suma importância para a luta em defesa da vida em nosso país. Trata-se de articulação da classe política brasileira, também em nível municipal e estadual, para impedir que o aborto seja legalizado no Brasil.

Nesse sentido, estaremos realizando, no dia 27 de abril de 2010, a partir das 9 horas, no Auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados,  o 4º Encontro Brasileiro de Legisladores e Governantes pela Vida cujo objetivo é reunir, mais uma vez, prefeitos (as)  e vereadores (as), deputados (as) estaduais, governadores (as), bem como os membros do Congresso Nacional, que tenham a convicção de que a Vida Humana começa na concepção. Também estão convidados secretários (as) de educação, saúde e de assistência social dos municípios e estados, considerando que estes setores da administração pública têm a prerrogativa de construir e implementar políticas públicas de atenção à maternidade e de prevenção à gravidez indesejada. Nesse sentido, o programa REDE CEGONHA recentemente lançado pelo Governo Federal, compromisso de campanha, da Presidente Dilma, constitui um grande avanço na atenção prioritária às mulheres, principalmente, as mulheres pobres, que querem ter seus filhos com dignidade se, de fato, o foco for a proteção da vida do nascituro com atendimento exclusivo às gestantes.
Neste 4º Encontro Brasileiro de Legisladores e Governantes pela Vida será realizado o RELANÇAMENTO OFICIAL  da Frente Parlamentar em Defesa da Vida – Contra o Aborto, criada em 2005 e que agora recebe as adesões dos novos parlamentares do Congresso Nacional.

Este evento está aberto também à participação das lideranças pró-vida de todo o país, principalmente, as que representam instituições, entidades e grupos que fazem o trabalho de defesa da vida em suas comunidades.
Por favor, garanta sua inscrição gratuitamente preenchendo a ficha de inscrição e enviando-a para o email frenteparlamentarpelavida2011@gmail.com  ou ligue para os seguintes telefones: (61)3215-5804 -  (61)3215-5581 - (61)3215-5617.
 
Programação
09h:00 – Apresentação de um Vídeo.
09h:15 – Abertura com Relançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Vida – Contra o Aborto.
10h:30 – Conferência sobre o tema: a proteção ao direito à vida no ordenamento jurídico brasileiro e internacional.
12h:30 – Almoço
14h:00 – Mesa 1: PL 478/2007 – Estatuto do Nascituro: seu conteúdo e os desafios para a sua aprovação no  Congresso Nacional.
15h:30 – Mesa 2: A importância da articulação política nos municípios e junto às Assembléias Legislativas Estaduais para o
                           fortalecimento da luta em defesa da Vida no país.
17h:00 – Encerramento.
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Ficha  de Inscrição
(Preencher e enviar para o email frenteparlamentarpelavida2011@gmail.com ou por fax para (61)3215-2617 ou 3215-2804)
Nome:
Instituição que representa:
Cargo que ocupa na Instituição:
Endereço: Av ou Rua:
Bairro:                                                                       
Município (no caso do DF qual Cidade Satélite):
Estado:
Telefone: (        )                                              Celular: (         )
Email:
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MOVIMENTO NACIONAL DA CIDADANIA PELA VIDA - BRASIL SEM ABORTO
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Mensagem - Site Raul Teixeira





É tão bom ser espírita

É tão bom ser espírita
E ter esse compromisso com a fraternidade que nos une
Que nos ensina a dizer sim
A dizer não
A ser fiéis
Sem que tenhamos que perder a fraternidade.

É tão bom ser espírita
E ter essa lucidez diante da imortalidade
E cantar
E estudar
E servir
E ser feliz
Mantendo a nossa alegria
A nossa alacridade.

É tão bom ser espírita
Olharmos uns aos outros
Com harmonia
Sem desejos malsãos
Sem lascívia
Iluminando com as luzes da amizade
Da ternura e da afabilidade
Cada um dos nossos dias.

É tão bom ser espírita
Para entender que a dor  não é coisa nossa apenas
Que a dor invade o mundo
Aturde as almas
E que mesmo quando vivemos horas difíceis
Esperamos por certo outras horas amenas.

É tão bom ser espírita
E manter acesa a lucidez
E trabalhar o bem
O bom servir
Colocando tudo em seus lugares por nossa vez.

Ser espírita é ter esse compromisso com a harmonia interior
É cantar as blandícias que nos chegam do Senhor
É ser feliz
É colocar os passos sob a doce diretriz
É tomar do sangue amargo
Usar o pão sem fermento
Mas mantendo lucidez, dentro do próprio pensamento.

Ser espírita é colocar Jesus na nossa vida
E, enquanto passeamos pela Terra,
Desenvolvamos a própria vida,
Erguer os olhos às constelações
Fazer brilhar os próprios corações.

E nesta hora do mundo
Quando divisamos dos Evangelhos os apogeus
Ser espírita é ter certeza
De que, irmãos de Jesus,
Somos filhos de Deus.

Encerramento da Conferência de Raul Teixeira no Encontro Estadual Espírita do Interior do Paraná, em Londrina, em 2005.


Mensagem de Páscoa


Mensagem gentilmente enviada pelo colaborador Fábio



Visão espírita da Páscoa 


  O Espiritismo não celebra a Páscoa, mas respeita as manifestações de religiosidade das diversas igrejas cristãs, e também não proíbe que seus adeptos manifestem sua religiosidade.

  Páscoa, ou Passagem, simboliza a libertação do povo hebreu da escravidão sofrida durante séculos no Egito, mas no Cristianismo comemora a ressurreição do Cristo, que se deu na Páscoa judaica do ano 33 da nossa era, e celebra a continuidade da vida.

  O Espiritismo, embora sendo uma Doutrina Cristã, entende de forma diferente alguns dos ensinamentos das Igrejas Cristãs. Na questão da ressurreição, para nós, espíritas, Jesus apareceu à Maria de Magdala e aos discípulos, com seu corpo espiritual, que chamamos de perispírito. Entendemos que não houve uma ressurreição corporal, física. Jesus de Nazaré não precisou derrogar as leis naturais do nosso mundo para firmar o seu conceito de missionário. A sua doutrina de amor e perdão é muito maior que qualquer milagre, até mesmo a ressurreição.

  Isto não invalida a Festa da Páscoa se a encararmos no seu simbolismo. A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a nossa libertação da ignorância, das mazelas humanas, para o conhecimento, o comportamento ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a transformação. A Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte, do sacrifício pela verdade e pelo amor. Jesus de Nazaré demonstrou que se pode executar homens, mas não se consegue matar as grandes idéias renovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.

  Como a Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte, queremos deixar firmado o conceito que aprendemos no Espiritismo, que a vida só pode ser definida pelo amor, e o amor pela vida. Foi por isso que Jesus de Nazaré afirmou que veio ao mundo para que tivéssemos vida em abundância, isto é, plena de amor.
  
Amílcar Del Chiaro Filho

Biografia - Federação Espírita do Paraná




Hippolyte Léon Denizard Rivail
 (Allan Kardec)
1804-1869



Nascido em Lyon, a 3 de outubro de 1804, de uma família antiga que se distinguiu na magistratura e na advocacia, Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) não seguiu essas carreiras. Desde a primeira juventude, sentiu-se inclinado ao estudo das ciências e da filosofia.

Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdun (Suíça), tornou-se um dos mais eminentes discípulos desse célebre professor e um dos zelosos propagandistas do seu sistema de educação, que tão grande influência exerceu sobre a reforma do ensino na França e na Alemanha.

Dotado de notável inteligência e atraído para o ensino, pelo seu caráter e pelas suas aptidões especiais, já aos catorze anos ensinava o que sabia àqueles dos seus condiscípulos que haviam aprendido menos do que ele. Foi nessa escola que lhe desabrocharam as idéias que mais tarde o colocariam na classe dos homens progressistas e dos livre-pensadores.

Nascido sob a religião católica, mas educado num país protestante, os atos de intolerância que por isso teve de suportar, no tocante a essa circunstância, cedo o levaram a conceber a idéia de uma reforma religiosa, na qual trabalhou em silêncio durante longos anos com o intuito de alcançar a unificação das crenças. Faltava-lhe, porém, o elemento indispensável à solução desse grande problema.

O Espiritismo veio, a seu tempo, imprimir-lhe especial direção aos trabalhos.

Concluídos seus estudos, voltou para a França. Conhecendo a fundo a língua alemã, traduzia para a Alemanha diferentes obras de educação e de moral e, o que é muito característico, as obras de Fénelon, que o tinham seduzido de modo particular.

Era membro de várias sociedades sábias, entre outras, da Academia Real de Arras, que, em o concurso de 1831, lhe premiou uma notável memória sobre a seguinte questão: Qual o sistema de estudos mais de harmonia com as necessidades da época?

De 1835 a 1840, fundou, em sua casa, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada, Astronomia, etc., empresa digna de encômios em todos os tempos, mas, sobretudo, numa época em que só um número muito reduzido de inteligências ousava enveredar por esse caminho.

Preocupado sempre com o tornar atraentes e interessantes os sistemas de educação, inventou, ao mesmo tempo, um método engenhoso de ensinar a contar e um quadro mnemônico da História de França, tendo por objetivo fixar na memória as datas dos acontecimentos de maior relevo e as descobertas que iluminaram cada reinado.

Entre as suas numerosas obras de educação, citaremos as seguintes: Plano proposto para melhoramento da Instrução pública (1828); Curso prático e teórico de Aritmética, segundo o método Pestalozzi, para uso dos professores e das mães de família (1824); Gramática francesa clássica (1831); Manual dos exames para os títulos de capacidade; Soluções racionais das questões e problemas de Aritmética e de Geometria (1846); Catecismo gramatical da língua francesa (1848); Programa dos cursos usuais de Química, Física, Astronomia, Fisiologia, que ele professava no Liceu Polimático; Ditados normais dos exames da Municipalidade e da Sorbona, seguidos de Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas (1849), obra muito apreciada na época do seu aparecimento e da qual ainda recentemente eram tiradas novas edições.

Antes que o Espiritismo lhe popularizasse o pseudônimo de Allan Kardec, já ele se ilustrara, como se vê, por meio de trabalhos de natureza muito diferente, porém tendo todos, como objetivo, esclarecer as massas e prendê-las melhor às respectivas famílias e países.

Pelo ano de 1855, posta em foco a questão das manifestações dos Espíritos, Allan Kardec se entregou a observações perseverantes sobre esse fenômeno, cogitando principalmente de lhe deduzir as conseqüências filosóficas. Entreviu, desde logo, o princípio de novas leis naturais: as que regem as relações entre o mundo visível e o mundo invisível. Reconheceu, na ação deste último, uma das forças da Natureza, cujo conhecimento haveria de lançar luz sobre uma imensidade de problemas tidos por insolúveis, e lhe compreendeu o alcance, do ponto de vista religioso.

Suas obras principais sobre esta matéria são: O Livro dos Espíritos, referente à parte filosófica, e cuja primeira edição apareceu a 18 de abril de 1857; O Livro dos Médiuns, relativo à parte experimental e científica (janeiro de 1861); O Evangelho segundo o Espiritismo, concernente à parte moral (abril de 1864); O Céu e o Inferno, ou A justiça de Deus segundo o Espiritismo (agosto de 1865); A Gênese, os Milagres e as Predições (janeiro de 1868); A Revista Espírita, jornal de estudos psicológicos, periódico mensal começado a 1º de janeiro de 1858. Fundou em Paris, a 1º de abril de 1858, a primeira Sociedade espírita regularmente constituída, sob a denominação de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, cujo fim exclusivo era o estudo de quanto possa contribuir para o progresso da nova ciência. Allan Kardec se defendeu, com inteiro fundamento, de coisa alguma haver escrito debaixo da influência de idéias preconcebidas ou sistemáticas. Homem de caráter frio e calmo, observou os fatos e de suas observações deduziu as leis que os regem. Foi o primeiro a apresentar a teoria relativa a tais fatos e a formar com eles um corpo de doutrina, metódico e regular.

Demonstrando que os fatos erroneamente qualificados de sobrenaturais se acham submetidos a leis, ele os incluiu na ordem dos fenômenos da Natureza, destruindo assim o último refúgio do maravilhoso e um dos elementos da superstição.

Durante os primeiros anos em que se tratou de fenômenos espíritas, estes constituíram antes objeto de curiosidade, do que de meditações sérias. O Livro dos Espíritos fez que o assunto fosse considerado sob aspecto muito diverso. Abandonaram-se as mesas girantes, que tinham sido apenas um prelúdio, e começou-se a atentar na doutrina, que abrange todas as questões de interesse para a Humanidade.

Data do aparecimento de O Livro dos Espíritos a fundação de Espiritismo que, até então, só contara com elementos esparsos, sem coordenação, e cujo alcance nem toda gente pudera apreender. A partir daquele momento, a doutrina prendeu a atenção de homens sérios e tomou rápido desenvolvimento. Em poucos anos, aquelas idéias conquistaram numerosos aderentes em todas as camadas sociais e em todos os países. Esse êxito sem precedentes decorreu sem dúvida da simpatia que tais idéias despertaram, mas também é devido, em grande parte, à clareza com que foram expostas e que é um dos característicos dos escritos de Allan Kardec.

Evitando as fórmulas abstratas da Metafísica, ele soube fazer que todos o lessem sem fadiga, condição essencial à vulgarização de uma idéia. Sobre todos os pontos controversos, sua argumentação, de cerrada lógica, poucas ensanchas oferece à refutação e predispõe à convicção. As provas materiais que o Espiritismo apresenta da existência da alma e da vida futura tendem a destruir as idéias materialistas e panteístas. Um dos princípios mais fecundos dessa doutrina e que deriva do precedente é o da pluralidade das existências, já entrevisto por uma multidão de filósofos antigos e modernos e, nestes últimos tempos, por João Reynaud, Carlos Fourier, Eugênio Sue e outros. Conservara-se, todavia, em estado de hipótese e de sistema, enquanto o Espiritismo lhe demonstrara a realidade e prova que nesse princípio reside um dos atributos essenciais da Humanidade. Dele promana a explicação de todas as aparentes anomalias da vida humana, de todas as desigualdades intelectuais, morais e sociais, facultando ao homem saber donde vem, para onde vai, para que fim se acha na Terra e por que aí sofre.

As idéias inatas se explicam pelos conhecimentos adquiridos nas vidas anteriores; a marcha dos povos e da Humanidade, pela ação dos homens dos tempos idos e que revivem, depois de terem progredido; as simpatias e antipatias, pela natureza das relações anteriores. Essas relações, que religam a grande família humana de todas as épocas, dão por base, aos grandes princípios de fraternidade, de igualdade, de liberdade e de solidariedade universal, as próprias leis da Natureza e não mais uma simples teoria.

Em vez do postulado: Fora da Igreja não há salvação, que alimenta a separação e a animosidade entre as diferentes seitas religiosas e que há feito correr tanto sangue, o Espiritismo tem como divisa: Fora da Caridade não há salvação, isto é, a igualdade entre os homens perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.

Em vez da fé cega, que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inabalável, senão a que pode encarar face a face a razão, em todas as épocas da Humanidade. A fé, uma base se faz necessária e essa base é a inteligência perfeita daquilo em que se tem de crer. Para crer, não basta ver, é preciso, sobretudo, compreender. A fé cega já não é para este século. É precisamente ao dogma da fé cega que se deve o ser hoje tão grande o número de incrédulos, porque ela quer impor-se e exige a abolição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre-arbítrio.

Trabalhador infatigável, sempre o primeiro a tomar da obra e o último a deixá-la, Allan Kardec sucumbiu, a 31 de março de 1869, quando se preparava para uma mudança de local, imposta pela extensão considerável de suas múltiplas ocupações. Diversas obras que ele estava quase a terminar, ou que aguardavam oportunidade para vir a lume, demonstrarão um dia, ainda mais, a extensão e o poder das suas concepções.

Morreu conforme viveu: trabalhando. Sofria, desde longos anos, de uma enfermidade do coração, que só podia ser combatida por meio do repouso intelectual e pequena atividade material. Consagrado, porém, todo inteiro à sua obra, recusava-se a tudo o que pudesse absorver um só que fosse de seus instantes, à custa das suas ocupações prediletas. Deu-se com ele o que se dá com todas as almas de forte têmpera: a lâmina gastou a bainha.

O corpo se lhe entorpecia e se recusava aos serviços que o Espírito lhe reclamava, enquanto este último, cada vez mais vivo, mais enérgico, mais fecundo, ia sempre alargando o círculo de sua atividade.

Nessa luta desigual não podia a matéria resistir eternamente. Acabou sendo vencida: rompeu-se o aneurisma e Allan Kardec caiu fulminado. Um homem houve de menos na Terra; mas, um grande nome tomava lugar entre os que ilustraram este século; um grande Espírito fora retemperar-se no Infinito, onde todos os que ele consolara e esclarecera lhe aguardavam impacientemente a volta!

A morte, dizia, faz pouco tempo, redobra os seus golpes nas fileiras ilustres!... A quem virá ela agora libertar?

Ele foi, como tantos outros, recobrar-se no Espaço, procurar elementos novos para restaurar o seu organismo gasto por um vida de incessantes labores. Partiu com os que serão os fanais da nova geração, para voltar em breve com eles a continuar e acabar a obra deixada em dedicadas mãos.

O homem já aqui não está; a alma, porém, permanecerá entre nós. Será um protetor seguro, uma luz a mais, um trabalhador incansável que as falanges do Espaço conquistaram. Como na Terra, sem ferir a quem quer que seja, ele fará que cada um lhe ouça os conselhos oportunos; abrandará o zelo prematuro dos ardorosos, amparará os sinceros e os desinteressados e estimulará os mornos. Vê agora e sabe tudo o que ainda há pouco previa! Já não está sujeito às incertezas, nem aos desfalecimentos e nos fará partilhar da sua convicção, fazendo-nos tocar com o dedo a meta, apontando-nos o caminho, naquela linguagem clara, precisa, que o tornou aureolado nos anais literários.

Já não existe o homem, repetimo-lo. Entretanto, Allan Kardec é imortal e a sua memória, seus trabalhos, seu Espírito estarão sempre com os que empunharem forte e vigorosamente o estandarte que ele soube sempre fazer respeitado.

Uma individualidade pujante constituiu a obra. Era o guia e o fanal de todos. Na Terra, a obra subsistirá o obreiro. Os crentes não se congregarão em torno de Allan Kardec; congregar-se-ão em torno do Espiritismo, tal como ele o estruturou e, com os seus conselhos, sua influência, avançaremos, a passos firmes, para as fases ditosas prometidas à Humanidade regenerada.

Extraída de Obras Póstumas