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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mensagem Espírita - Educa - Site da Federação Espírita Brasileira

EDUCA

*
"Não sabeis vós que Bois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós ?" - Paulo. (I CORINTIOS, 3: 16.)

      Na semente minúscula reside o germe do tronco benfeitor.
      No coração da terra, há melodias da fonte.
      No bloco de pedra, há obras-primas de estatuária.
      Entretanto, o pomar reclama esforço ativo.
      A corrente cristalina pede aquedutos para transportar-se imaculada.
      A jóia de escultura pede milagres do buril.
      Também o espírito traz consigo o gene da Divindade.
      Deus está em nós, quanto estamos em Deus.
      Mas, para que a luz divina se destaque da treva humana, é necessário que os processos educativos da vida nos trabalhem no empedrado caminho dos milênios.
      Somente o coração enobrecido no grande entendimento pode vazar o heroísmo santificante.
      Apenas o cérebro cultivado pode produzir iluminadas formas de pensamento.
      Só a grandeza espiritual consegue gerar a palavra equilibrada, o verbo sublime e a voz consoladora.
Interpretemos a dor e o trabalho por artistas celestes de nosso aperfeiçoamento.
      Educa e transformarás a irracional idade em inteligência, a inteligência em humanidade e a humanidade em angelitude.
      Educa e edificarás o paraíso na Terra.
      Se sabemos que o Senhor habita em nós, aperfeiçoemos a nossa vida, a fim de manifestá-lo.

Do livro FONTE VIVA
FRANCISCO CANDIDO XAVIER
DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL

Artigo Espírita - o Homem de Bem - Site da Revista O Reformador - FEB

O homem de bem

Jorge Leite de Oliveira

Segundo Allan Kardec, na questão 918 de O Livro dos Espíritos (LE) e no capítulo XVII, item 3, de O Evangelho segundo o Espiritismo (ESE) “o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza”.

Se desejarmos sintetizar essa bela mensagem de Allan Kardec sobre o homem de bem, basta-nos refletir acerca do conteúdo desse primeiro parágrafo. Tudo o mais que vem a seguir decorre do que ele contém. Podemos mesmo afirmar que já a primeira frase traz a norma máxima da vida do homem de bem: o cumprimento da lei de justiça, de amor e de caridade.

Já lemos e ouvimos muitas vezes a recomendação de que o segredo da felicidade é contribuir para a felicidade alheia, mas infelizmente ainda trazemos enraizado em nosso íntimo o desejo de que nos façam felizes. Exemplos: 1) o casal de namorados espera, um do outro, que o faça feliz e ambos esquecem que a felicidade consiste em dar cada qual o melhor de si em prol da felicidade alheia;
2) a família, a começar pelo marido e a mulher: quantas vezes, os segredos mais íntimos do casal acabam tornando-se conhecidos de muita gente?
Quantos lares são desfeitos em virtude da falta de fidelidade, jurada antes e no momento festivo das núpcias? E os maus exemplos que são presenciados pelos filhos, desde bem pequeninos? Vícios, conversas desrespeitosas sobre a vida alheia, discussões e até mesmo agressões são entraves à boa educação, que deve começar no lar.

Como se pode constatar, o cumprimento dessa lei em “sua maior pureza” não é fácil.Mas quando um único Espírito se ilumina, arrasta consigo uma multidão desejosa de seguir-lhe os passos. A outra parte do parágrafo inicial sobre o “homem de bem” refere-se a “interrogar a consciência”, ato dos mais louváveis, pois é nela que está impressa a Lei de Deus. (LE, questão 621.) Na questão 919, desse livro, que trata sobre “o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal”, somos recomendados a seguir o conselho socrático do conhecimento de nós mesmos.

Em resposta à nova indagação de Kardec (LE, questão 919a) sobre como conseguir esse conhecimento, Santo Agostinho propõe-lhe fazer, ao final de cada dia, um exame de consciência. Se não faltara a algum dever, se ninguém lhe guardara mágoa. “[...] Perguntai ainda mais: Se aprouvesse a Deus chamar-me neste momento, teria que temer o olhar de alguém, ao entrar de novo no mundo dos Espíritos, onde nada pode ser ocultado?”

Em seguida, recomenda: “Examinai o que pudestes ter obrado contra Deus, depois contra o vosso próximo e, finalmente, contra vós mesmos. As respostas vos darão, ou o descanso para a vossa consciência, ou a indicação de um mal que precise ser curado”. Continuando, afirma Kardec que o homem de bem “deposita fé em Deus, na sua bondade, na sua justiça e na sua sabedoria. Sabe que sem a sua permissão nada acontece e se lhe submete à vontade em todas as coisas”. (ESE, cap. XVII, item 3.) Um filósofo chegou à seguinte conclusão: “Se Deus não existe, tudo nos é permitido”. Esse é o grande engano de muita gente. Sem a certeza da existência de Deus, muitas pessoas se autodestroem.

O Espiritismo, afirma Santo Agostinho, em sua mensagem sobre o autoconhecimento (LE, q. 919a), foi-nos enviado justamente para, não só por meio dos fenômenos, como das instruções dos Espíritos elevados, nos dar a certeza da vida futura e nos assegurar a existência de Deus como nosso Pai, e de Jesus como nosso guia. O homem de bem “tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais”. (ESE, cap. XVII, item 3.) Esse homem “sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar”.  (Op. cit.) Sem o conhecimento da reencarnação, que o Espiritismo nos trouxe, seria difícil aceitar “sem murmurar” todas as aparentes injustiças da matéria. Ele nos proporciona a “fé inabalável”.

O homem de bem,“possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça”. (Op. cit.) Essa é que é a verdadeira caridade, a que nos impulsiona para o bem,movidos pelo amor ao próximo, e que nos dá a certeza de que “viver bem é viver para o bem”.

Vive para o bem quem Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros, antes do seu próprio interesse.

O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa. (Op. cit.) Os Espíritos nos afirmam que o desinteresse é a maior demonstração de nossa elevação moral bem como “a sublimidade da virtude.

[...] A mais meritória [virtude] é a que assenta na mais desinteressada caridade”. (LE, questão893.) “O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus”. (ESE, cap.XVII, item 3.) Esse é o que, independentemente da religiosidade ou não do próximo, atenta para o convite de Jesus: “Um novo mandamento vos dou. Que vos ameis uns aos outros tanto quanto eu vos amei”. (João, 13: 34.) “Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam”. (ESE, cap. XVII, item 3.) Esse respeito decorre da certeza mesma de que todos somos irmãos em Deus, avultando a vontade de ser bom e o respeito pelo próximo como mais importantes do que a crença.

Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à ideia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor. (Op. cit.)

Aqui recordamos a máxima escrita por Kardec (Op. cit., cap. XV, item 10) e confirmada pelo apóstolo Paulo, na mensagem final desse capítulo: “Fora da caridade não há salvação”.

“Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que sejam respeitadosos seus”. (Op. cit., cap. XVII, item 3.) O limite dos nossos direitos, dizem-nos os Espíritos superiores, termina exatamente onde ameaçamos os do nosso próximo. “Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz”. (Op. cit.)

Por essas palavras finais, percebemos que ser homem de bem é um caminho longo a percorrer. Mas não devemos desanimar jamais, pois o mesmo caminho que percorre o bem também o faz a felicidade. Repetindo Allan Kardec, concluímos:
[...] Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más. (Op. cit., cap. XVII, item 4.)Referências:

KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Guillon Ribeiro. 129. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010.
______. O livro dos espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 91. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010.

Artigo Espírita - O Filme dos Espíritos - Site O Consolador

Artigo Espírita - Apometria - Site Robson Pinheiro

Apometria

O que penso, o que faço...
Muita coisa se tem dito e feito por aí em nome da Apometria, uma técnica e instrumento de auxílio espiritual. Para mim, a Apometria é apenas um instrumento que não veio de forma alguma substituir a metodologia espírita, a desobsessão ou as práticas simples que o Espiritismo nos proporciona nas palavras claras e atuais de Allan Kardec.
A apometria ou outro qualquer instrumento de trabalho pode ser utilizado como auxiliar no tratamento terapêutico espiritual, nunca, para mim, como substituto. Acima de tudo, mantenho o compromisso com os ensinamentos de Allan Kardec, a codificação espírita e o evangelho com sua metodologia do amor incondicional. Apometria ou desdobramento induzido, como queiram alguns, é meio, e não o fim para o qual se destinam os nossos esforços na Casa Espírita na qual trabalhamos.
Respeitamos os comentários e métodos que presenciamos em diversas casas espíritas de todo o Brasil, mas não abrimos mão da simplicidade do método espírita: passes, água fluidificada, reforma moral, e acima de tudo, Evangelho. Estudamos a apometria sim, mas sempre vinculada ao compromisso com a Doutrina Espírita que está acima de tudo para nós da Casa de Everilda Batista.
Em nossos estudos estamos abertos a novas idéias, mas que essas idéias não desprestigiem, não substituam e nem desmereçam os esforços de muitos e muitos companheiros que em todo o mundo e principalmente no Brasil vêm trabalhando no anonimato de suas atividades espíritas; que se dedicam há décadas de comprometimento espiritual e sustentam suas atividades doutrinárias e sociais em conformidade com seu compromisso com a proposta de Kardec e Jesus.
Acho muito interessante as possibilidades que o estudo da apometria traz para o movimento espírita, no entanto, não participo de brigas, discussões infrutíferas e desrespeitosas e nem faço apologia à substituição da metodologia espírita.
Creio que precisamos mais de Kardec em nosso movimento; de estudar tudo sim, com espírito progressista, porém, sem perdermos a definição de espíritas, sem nos perdemos em meio aos sons estranhos, ao bailar das mãos, às luzes coloridas e muitas outras coisas que se faz por aí em nome da espiritualidade e do progresso.
Bom senso nunca é demais! Lembrando o iluminado Emmanuel através da abençoada psicografia de Chico Xavier, “espírita seja teu nome; espírita seja o nome do teu nome; espírita seja a tua instituição”, lembrando-nos do compromisso com a Doutrina, o método e a simplicidade trazidas por Allan Kardec em suas sábias definições.

Robson Pinheiro

Fonte: Site Robson Pinheiro 

Artigo Espírita - Ciência e fé na luta de Gianecchini - Site Correio Fraterno

Ciência e fé na luta de Gianecchini

Escrito por Eliana Haddad e Giovanna Verrone   


Amplamente divulgado em diversos sites e meios de comunicação, o ator Reynaldo Gianecchini, 38 anos, passou por uma cirurgia espiritual devido ao câncer linfático diagnosticado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no final do mês de agosto. Gianecchini submete-se ainda a fortes sessões de quimioterapia,  e dá  simultaneamente continuidade ao tratamento espiritual à distância para ajudar a curar a doença.
Capa da revista Veja (edição 2235), o ator, careca e com o seu característico sorriso, chamou a atenção não somente pelo novo visual, mas pelo tema de que acabou sendo protagonista – Medicina e fé. Isso porque o assunto “cura espiritual” ainda causa espanto, curiosidade, embora seja cada vez mais discutido nos meios científicos, como um fato que, independentemente de ser aceito ou não, existe.
Segundo o autor espiritual Andre Luiz, em Missionários da luz, livro psicografado por Francisco Cândido Xavier “a medicina humana será muito diferente no futuro, quando a ciência souber compreender a extensão e a complexidade dos fatores mentais no campo das moléstias do corpo físico”.
Assim, explica a doutrina espírita que as doenças antes de se manifestarem no corpo físico estão como “’marcas’’ dessa e de outras vidas no perispírito, o corpo fluídico que reveste o foco inteligente que é o espírito. Por isso não há necessidade de cortes. A cirurgia, embora aparentemente se processe na parte externa, com curativos e assepsias, na realidade está sendo realizada na dimensão perispiritual, que recebe a vibração também fluídica enviada pelo médium, o intermediário de umum espírito preparado para isso, mas que também carrega seu magnetismo pessoal. É a mediunidade de cura, nada de sobrenatural, mas apenas um dos vários dons espirituais que todos possuem potencialmente ou já em evidência, como alertará Jesus: “Sois luzes, podeis fazer o que eu faço e muito mais”.
Normalmente, antes de ser realizada uma cirurgia espiritual, recomenda-se uma preparação mental, de comunhão de pensamentos e algumas restrições a hábitos do paciente. Carne, cigarro e bebidas alcoólicas, por exemplo, atrapalham o tratamento, pois dificultam a Espiritualidade de realizar seu trabalho que se utiliza de energias mais sutis de modo que possam atingir o corpo espiritual pela sua constituição mais etérea.
A cirurgia realizada no ator Reynaldo Gianecchini é bem conhecida no meio espírita. Aliás, há diversos centros que realizam essa atividade nas assistencias espirituais , que não dispensam de forma alguma o tratamento médico. São terapias espirituais ministradas através de passes e fluidificação de águas, que são procurados por pessoas do país inteiro, muitas vezes também do Exterior, espíritas ou não. Não há dados precisos sobre os milhares de pessoas que passam diariamente pelas casas espíritas em busca de alívio para seus sofrimentos e dores. Muitas delas dispõem inclusive de médiuns que aliam ao tratamento espiritual a homeopatia e a fitoterapia, assunto que será tratado com mais detalhes na próxima edição do jornal Correio Fraterno.
Os casos de sucesso em cirurgias espirituais não são poucos, mas é preciso compreender que a cura é algo bem mais complicado para se analisar, principalmente sob a visão espírita, por ser uma combinação de fatores, submetidos a uma lei imutável e eterna: a lei divina. Esses fatores envolvem o doente, o médium, o compromisso reencarnatório, enfim vários aspectos  particulares de cada doente.
A Fé, ingrediente principal de uma cirurgia espiritual, é outro ponto a ressaltar, pois quando se fala em fé, coloca-se em ação um dos atributos mais importantes do espírito: a vontade. É ela que nos impulsiona a novas conquistas, a novos patamares de sentimentos, de pensamentos e de renovação. Por isso Kardec nos convida à conquista da fé inabalável, a raciocinada, que pode enfrentar todas as épocas da Humanidade.
A doença do corpo, claro, deve ser cuidada de todas as formas e com as indicações que possam estar disponíveis. Mas é preciso compreender que antes da doença há um espírito, com suas histórias milenares, compromissos e escolhas, seus limites e dúvidas, suas esperanças e dificuldades. Único, enfim. Cada qual com sua tarefa a cumprir.
Muito mais que essa reencarnação, há uma vida infinita que merece cuidado e carinho. E não estamos sós nessa jornada.
Que Deus abençoe sua vida, Gianecchini, e que a esperança, a força e a coragem façam morada no seu coração. Estamos todos nessa mesma luta, como você!

*Estamos preparando para a proxima edição do Correio Fraterno uma matéria especial sobre o uso da fitoterapia nas casas espíritas. Se você tiver alguma experiência, alguma história a respeito, envie-nos para publicação no nosso site.

Fonte: Site Correio Fraterno

Mensagem Espírita - Lei da Vida - Blog Doutrina Espirita - Luz da Razão

A Lei da Vida




O interior de nosso corpo expande-se continuamente para o exterior, através da porosidade do tecido cutâneo e, a seu turno, recebe as invasões de fora. Nossos pulmões exalam carbono e absorvem oxigênio. Nosso aparelho digestivo assimila os produtos da digestão e se desembaraça dos resíduos. Desse metabolismo, dessas trocas, depende a conservação da nossa vida orgânica.

 Cesse, ou apenas se embarace qualquer dessas modalidades de permutas, e teremos a enfermidade sob seus multiformes aspectos e, finalmente, a morte.

 As leis biológicas, como todas as da Natureza são inalienáveis. Elas abrangem o físico e o espiritual. Não há, rigorosamente falando, uma separação entre esses dois planos; antes, o que se verifica é que ambos se confinam. Assim é que na esfera moral prevalece o mesmo princípio biológico de expansão, ao qual se dá o nome de solidariedade.

 A vida do Espírito, como a do corpo, não pode permanecer isolada; precisa expandir-se. A matéria é una em essência, como uno é o Espírito também. Por isso, as partes tendendo para o Todo, de onde procedem, sentem-se naturalmente ligadas entre si. Daí a perpetuidade da vida, ou seja, a imortalidade.

 E que se infere dessa atração recíproca das partes entre si, dessa dependência mútua em que se encontram?

 Concluímos que a lei biológica no plano moral é o amor, ê a solidariedade das partes com o Todo das mesmas entre si. Cada vez, portanto, que o homem, levado pelas ilusórias sugestões do egoísmo, se opõe à lei do amor, ele suporta o aguilhão da dor como efeito de sua insânia, por isso que embaraçou o curso da lei fundamental da vida.

 Eis aí porque as Escrituras estabelecem como soberano mandamento, o amor a Deus e ao próximo.

Fonte: Blog Doutrina Espírita - Luz Razão