Nosso endereço

Início da Estrada do 53º BIS, s/nº ( Ao lado do IBAMA) Bairro Bom Jardim - Itaituba - PA. CEP: 68180-000

E-mail: ceacaminhodaluz2011@gmail.com

Site: http://www.ceacluz.com.br



sábado, 29 de outubro de 2011

Artigo Espírita - Estranhos Comportamentos - Site Robson Pinheiro

 Estranhos comportamentos



“Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano.” Mt 18:15-17


Muitas vezes vemos pessoas que se dizem seguidoras do Cristo — adeptos de alguma filosofia religiosa que se utiliza de palavras e ensinamentos de Jesus como exemplo a ser seguido — agindo de forma antiética, anticristã.

Isso ocorre, por exemplo, quando alguém toma uma atitude que consideramos errada ou tem um comportamento, opinião ou ponto de vista diferente do nosso.

Esse é o caso mais clássico de atitude estranha ao Evangelho. Em geral, discordamos da pessoa, falamos ou escrevemos sobre ela e divulgamos o fato para uma multidão de outras pessoas. Estamos empenhados em defender nosso ponto de vista e denegrir o outro ou provar que ele está errado ou com más intenções.

Todos ficam sabendo a respeito de nossa opinião. Justificamos nossa atitude dizendo que estamos defendendo a verdade, o aspecto doutrinariamente correto. No entanto, ela mesma, a pessoa que acreditamos estar errada ou haver incorrido em alguma falta, é a última a saber de nossa discordância.
E, o que é pior, a pessoa em questão pode estar com a melhor das intenções, tentando acertar, e nós divulgamos — “para os outros, primeiro” — toda a nossa opinião a respeito do que a pessoa fez, de seu aparente erro, mas não damos a ela a chance de concertar, de ao menos saber que errou ou como errou.


É interessante o conselho de Jesus, quando nos pede para procurarmos primeiramente a pessoa, em particular, a fim de resolvermos com ela o ponto de discórdia. Depois, então, ele recomenda chamar duas ou três testemunhas, caso o problema não tenha sido solucionado, e somente mais tarde, depois de várias tentativas, é que deveríamos levar à comunidade (eklesia) o objeto da discussão, de forma a se obter a opinião da maioria.


Será esse nosso comportamento habitual, o mais acertado diante de tantos que julgamos estar em erro? Será a nossa opinião a respeito da verdade aquilo que realmente é a verdade? Ou será a nossa opinião uma mera opinião, como a do outro?


Normalmente desenvolvemos uma ação muito contrária ao que Jesus ensinou. Primeiro levamos a público o fator discordante, depois chamamos duas ou três pessoas “amigas” e, por último, a pessoa que é alvo dos nossos comentários é quem fica sabendo pela boca de outros.


Creio ser muito importante avaliar nosso comportamento diante de situações semelhantes e depois vermos se estamos realmente sendo cristãos ou espíritas, como preferirmos.

Robson Pinheiro

Fonte: Site Robson Pinheiro

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Mensagem Espírita - União Fraternal - Site da Federação Espírita Brasileira

UNIÃO FRATERNAL


*



"Procurando guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz." - Paulo. (EFÉSIOS, 4:3.)






À frente de teus olhos, mil caminhos se descerram, cada vez que te lembras de fixar a vanguarda distante.
São milhões de sendas que marginam a tua.
Não olvides a estrada que te é própria e avança, destemeroso.
Estimarias, talvez, que todas as rotas se subordinassem à tua e reportas-te à união, como se os demais viajores da vida devessem gravitar ao redor de teus passos.:.
Une-te aos outros, sem exigir que os outros se unam a ti.
Procura o que seja útil e belo, santo e sublime e segue adiante...
A nascente busca o regato, o regato procura o rio e o rio liga-se ao mar.
Não nos esqueçamos de que a unidade espiritual é serviço básico da paz.
Observas o irmão que se devota às crianças?
Reparas o companheiro que se dispôs a ajudar aos doentes?
Identificas o cuidado daquele que se fez o amigo dos velhos e dos jovens?
Assinalas o esforço de quem se consagrou ao aprimoramento do solo ou à educação dos animais?
Aprecias o serviço daquele que se converteu em doutrinador na extensão do bem?
Honra a cada um deles, com o teu gesto de compreensão e serenidade, convencido de que só pelas raízes do entendimento pode sustentar-se a árvore da união fraterna, que todos ambicionamos robusta e farta.
Não admitas que os outros estejam enxergando a vida através de teus olhos.
A evolução é escada infinita. Cada qual abrange a paisagem de acordo com o degrau em que se coloca.
Aproxima-te de cada servidor do bem, oferecendo-lhe o melhor que puderes, e ele te responderá com a sua melhor parte.
A guerra é sempre o fruto venenoso da violência.
A contenda estéril é resultado da imposição.
A união fraternal é o sonho sublime da alma humana, entretanto, não se realizará sem que nos respeitemos uns aos outros, cultivando a harmonia, à face do ambiente que fomos chamados a servir.
Somente alcançaremos semelhante realização "procurando guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz".

Do livro FONTE VIVA
FRANCISCO CANDIDO XAVIER
DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mensagem espírita - Aceita a correção - Site da Federação Espírita Brasileira

ACEITA A CORREÇÃO

*
"E, na verdade, toda correção, no presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas, depois, produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela".
- Paulo. (HEBREUS, 12:11).

A terra, sob a pressão do arado, rasga-se e dilacera-se, no entanto, a breve tempo, de suas leiras retificadas brotam flores e frutos deliciosos.
A árvore, em regime de poda, perde vastas reservas de seiva, desnutrindo-se e afeando-se, todavia, em semanas rápidas, cobre-se de nova robustez, habilitando-se à beleza e à fartura.
A água humilde abandona o aconchego da fonte, sofre os impositivos do movimento, alcança o grande rio e, depois, partilha a grandeza do mar.
Qual ocorre na esfera simples da Natureza, acontece no reino complexo da alma.
A corrigenda é sempre rude, desagradável, amargurosa; mas, naqueles que lhe aceitam a luz, resulta sempre em frutos abençoados de experiência, conhecimento, compreensão e justiça.
A terra, a árvore e a água suportam-na, através de constrangimento, mas o Homem, campeão da inteligência no Planeta, é livre para recebê-la e ambientá-la no próprio coração.
O problema da felicidade pessoal, por isso mesmo, nunca será resolvido pela fuga ao processo reparador.
Exterioriza-se a correção celeste em todos os ângulos da Terra.
Raros, contudo, lhe aceitam a bênção, porque semelhante dádiva, na maior parte das vezes, não chega envolvida em arminho, e, quando levada aos lábios, não se assemelha a saboroso confeito. Surge, revestida de acúleos ou misturada de fel, à guisa de remédio curativo e salutar.
Não percas, portanto, a tua preciosa oportunidade de aperfeiçoamento.
A dor e o obstáculo, o trabalho e a luta são recursos de sublimação que nos compete aproveitar.

Do livro FONTE VIVA
FRANCISCO CANDIDO XAVIER
DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Mensagem Espírita - Falsas Alegações - Federação Espírita Brasileira

FALSAS ALEGAÇÕES

*



“Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Peço-te que não me atormentes.” — (LUCAS, CAPÍTULO 8, VERSÍCULO 28.)




O caso do Espírito perturbado que sentiu a aproximação de Jesus, recebendo-lhe a presença com furiosas indagações, apresenta muitos aspectos dignos de estudo.
A circunstância de suplicar ao Divino Mestre que não o atormentasse requer muita atenção por parte dos discípulos sinceros.
Quem poderá supor o Cristo capaz de infligir tormentos a quem quer que seja? E, no caso, trata-se de uma entidade ignorante e perversa que, nos in-timos desvarios, muito já padecia por si mesma. A vizinhança do Mestre, contudo, trazia-lhe claridade suficiente para contemplar o martírio da própria consciência, atolada num pântano de crimes e defecções tenebrosas. A luz castigava-lhe as trevas interiores e revelava-lhe a nudez dolorosa e digna de comiseração.
O quadro é muito significativo para quantos fogem das verdades religiosas da vida, categorizando-lhe o conteúdo à conta de amargo elixir de angústia e sofrimento. Esses espíritos indiferentes e gozadores costumam afirmar que os serviços da fé alagam o caminho de lágrimas, enevoando o coração.
Tais afirmativas, no entanto, denunciam-nos. Em maior ou menor escala, são companheiros do irmão infeliz que acusava Jesus por ministro de tormentos.

Do livro Pão Nosso