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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Mensagem Espírita - ANTES DE SERVIR- FEB - FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA

ANTES DE SERVIR

*
“Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir.” — Jesus. (MATEUS, CAPÍTULO 20, VERSÍCULO 28.)


Em companhia do espírito de serviço, estaremos sempre bem guardados. A Criação inteira nos reafirma esta verdade com clareza absoluta.


Dos reinos inferiores às mais altas esferas, todas as coisas servem a seu tempo.


A lei do trabalho, com a divisão e a especialização nas tarefas, prepondera nos mais humildes elementos, nos variados setores da Natureza.


Essa árvore curará enfermidades, aquela outra produzirá frutos. Há pedras que contribuem na construção do lar; outras existem calçando os caminhos.


O Pai forneceu ao filho homem a casa planetária, onde cada objeto se encontra em lugar próprio, aguardando somente o esforço digno e a palavra de ordem, para ensinar à criatura a arte de servir.


Se lhe foi doada a pólvora destinada à libertação da energia e se a pólvora permanece utilizada por instrumento de morte aos semelhantes, isto corre por conta do usufrutuário da moradia terrestre, porque o Supremo Senhor em tudo sugere a prática do bem, objetivando a elevação e o enriquecimento de todos os valores do Patrimônio Universal.


Não olvidemos que Jesus passou entre nós, trabalhando. Examinemos a natureza de sua cooperação sacrificial e aprendamos com o Mestre a felicidade de servir santamente. Podes começar hoje mesmo.


Uma enxada ou uma caçarola constituem excelentes pontos de início. Se te encontras enfermo, de mãos inabilitadas para a colaboração direta, podes principiar mesmo assim, servindo na edificação moral de teus irmãos.

Do livro Pão Nosso




FEB - FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA - FEB - Federação Espírita Brasileira - SGAN 603 - Conjunto F - Av. L2 Norte - Brasília - DF - CEP 70.830-030 - Telefone: (61) 2101 6161
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Mensagem Espírita - Toda dor é necessária - Site Momento Espírita

Toda dor é necessária
Afirmativas populares como: Este mundo é um vale de lágrimas têm levado muitas pessoas ao desânimo, à melancolia, até à depressão.

Mesmo pessoas que têm o conhecimento do porquê se está na Terra, que se trata, ainda, de um planeta de provas e expiações, falam a respeito do mundo de contínuas aflições e dores.

E tudo que ocorre, de forma rápida, é levado à conta de resgate do passado, de ressarcimento de débitos transatos.

Analisando, no entanto, tantas desgraças diárias, nos questionamos: será tudo pagamento de dívidas anteriormente contraídas?

Jesus afirmou que a cada um seria dado segundo as suas obras. Não especificou tempo, data alguma.

A criatura, portanto, a cada hora, pela sua forma de agir, está construindo o seu momento seguinte.

A toda ação corresponde uma reação.

Algumas demoram um tempo maior para terem o retorno, outras o têm quase imediatamente.

Aprendemos, na Doutrina Espírita, que Deus é infinitamente justo e bom, o que equivale a dizer que ninguém sofre de forma indevida.

Isso nos leva a pensar em quantas ações realizamos que se traduzirão em muitas lágrimas e muitas dores para nós mesmos ou para outrem.

Se analisarmos os tantos desastres no trânsito, logo nos depararemos com o elevado índice dos que são o exato produto da imprudência.

Pessoas não habilitadas ao volante, veículos em péssimo estado de manutenção, criaturas por trás do volante alheias ao seu entorno.

Isto é, conduzindo o seu veículo como se fossem os únicos nas ruas ou nas estradas, desrespeitando as regras de trânsito na sua totalidade.

E que se dizer, então, dos que se propõem a dirigir em estado de embriaguez ou encharcados de outras drogas?

Quantos acidentes poderiam ser evitados. Vejamos que, em muitos casos, o mal que a pessoa a si mesma inflige é por sua culpa, somente.

Em princípio, não havia uma causa de vida anterior a determinar que se acidentasse, tragicamente, e ficasse com sequelas terríveis.

Foram suas ações invigilantes do agora que assim determinaram.

Mas, dirão, e quando pessoas inocentes são levadas nesse roldão?

Quando alguém embriagado atropela cidadãos que transitavam pela rua, a caminho do trabalho, da igreja, da escola?

Esses, sim, colhidos, ao que pode parecer de forma aleatória, são os que têm algo a ressarcir à Lei.

Por isso, acabam ficando na trajetória da loucura alheia e se tornam o que denominamos vítimas.

Mas, pensemos, quantas lágrimas de mães poderiam jamais escorrer dos olhos.

Quantos corações de pais poderiam deixar de ser despedaçados, quantas esposas não necessitariam sofrer a viuvez de forma tão rude.

Quantas noivas não precisariam chorar sobre corpos de noivos ensanguentados.

Morreriam, sim, mas não de forma tão contundente, trágica.

Pensemos nisso e oremos a Deus que nos ajude a não nos tornarmos autores de tragédias desnecessárias.

Pensemos nisso e vigiemos para que não sejamos agentes da infelicidade, por descuido, desleixo ou irresponsabilidade.

Nossa seja sempre a ação positiva, a ação do bom, do bem, não colaborando para infelicidade nossa ou de outrem, de forma alguma.
Redação do Momento Espírita.
Em 26.04.2012

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Mensagem Espírita - Sentimentos Fraternos - Site da Federação Espírita Brasileira

SENTIMENTOS FRATERNOS

*

“Quanto, porém, à caridade fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros.” — Paulo. (1ª EPÍSTOLA AOS TESSALONICENSES, CAPÍTULO 4, VERSÍCULO 9.)

Forte contra-senso que desorganiza a contribuição humana, no divino edifício do Cristianismo, é o impulso sectário que atormenta enormes fileiras de seus seguidores.

Mais reflexão, mais ouvidos ao ensinamento de Jesus e essas batalhas injustificáveis estariam para sempre apagadas.

Ainda hoje, com as manifestações do plano espiritual na renovação do mundo, a cada momento surgem grupos e personalidades, solicitando fórmulas do Além para que se integrem no campo da fraternidade pura.

Que esperam, entretanto, os companheiros esclarecidos para serem efetivamente irmãos uns dos outros?

Muita gente se esquece de que a solidariedade legítima escasseia nos ambientes onde é reduzido o espírito de serviço e onde sobra a preocupação de criticar. Instituições notáveis são conduzidas à perturbação e ao extermínio, em vista da ausência do auxílio mútuo, no terreno da compreensão, do trabalho e da boa-vontade.

Falta de assistência? Não.

Toda obra honesta e generosa repercute nos planos mais altos, conquistando cooperadores abnegados.

Quando se verifique a invasão da desarmonia nos institutos do bem, que os agentes humanos acusem a si mesmos pela defecção nos compromissos assumidos ou pela indiferença ao ato de servir. E que ninguém peça ao Céu determinadas receitas de fraternidade, porque a fórmula sagrada e imutável permanece conosco no “amai-vos uns aos outros”.

Do livro Pão Nosso

Mensagem Espírita - Frustração e Dependência - Site Fabioespiritismo

Frustração e dependência




O indivíduo está sempre no momento presente, que é o seu instante decisório. O passado, por isso mesmo, não pode servir de parâmetro, senão para aprender como não repetir os erros, pois que é irrecuperável, no entanto, reparável. Nada existe que possa ser recuperado na área moral comprometida, no entanto, desde que haja interesse real, poderá ser corrigido. Assim, é negativo manter saudades do já ocorrido, sentir-se frustrado pelo que gostaria que houvesse sucedido mas não aconteceu, ou arrependido em profundidade pelo insucesso de que foi objeto. Tais sentimentos não podem modificar as conseqüências desencadeadas no pretérito, no entanto podem ser reformuladas as bases da ação que se repetirá em forma nova, assim modificando os futuros resultados. Eis por que se deve perdoar a tudo e a todos, igualmente proporcionando-se perdão a si mesmo, recompondo-se emocionalmente e recomeçando a tarefa onde ela se desencaminhou.





O homem psicológico saudável não vive de recordações, nem se atormenta com as aspirações. Portador de um presente enriquecedor, os seus movimentos atuais estão sempre voltados para as ações que o promovem, confinando, naturalmente, no futuro de forma natural, racional, sem inquietação, despido de ansiedade, vivendo integralmente cada instante do seu hoje.



Personalidades instáveis sentem-se frustradas facilmente, em razão da falta de idealismo perseverante para se realizarem. Ambicionam em demasia ou a nada aspiram, deixando-se arrastar por estados melancólicos que cultivam, sem o competente esforço para saírem da situação doentia.



Inúmeros fatores contribuem para as frustrações pessoais, entre outros, os conflitos da libido não realizada, geradora de medos injustificáveis ou de melancolias carregadas de sombras; o convívio familiar insatisfatório, no qual as imagens dos pais mal humorados e reclamadores produzem ansiedades e desejos de fuga da realidade inquietante; dificuldades de auto-realização, por decorrência de falta de iniciativa ou por pequenos insucessos que poderiam ser transformados em êxitos, se tivesse havido perseverança; inveja pelo triunfo das outras pessoas, muitas vezes logrado a grande esforço, que o paciente se recusa usar...



Todo o séquito de frustrações leva o indivíduo à dependência emocional, criando tabus, buscando amuletos para a sorte madrasta, tentando o sobrenatural, procurando soluções mágicas para o que poderá tornar-se um desafio ao alcance da vitória, na luta encetada.



Essa dependência se transfere das crenças supersticiosas para as pessoas que as devem carregar psicológica, física e economicamente, solucionando os seus problemas, resolvendo as suas dificuldades, que se renovam, por falta de decisão e reflexão para agir corretamente. Porque não se encontram aqueles que estejam dispostos a suportar tão pesada carga, mais aumentam as suas frustrações, que adquirem estágio mórbido, levando aos transtornos psicóticos maníaco-depressivos.



Quando a pessoa considerar que se encontra na Terra, no momento, no lugar e com as pessoas certas, aquelas que lhe são necessárias para o próprio desenvolvimento, despertará da dependência infantil e da frustração debilitadora, recuperando a saúde comportamental através da renovação mental e das motivações atraentes para tornar a sua existência mais do que suportável, perfeitamente feliz.



O indivíduo deve aspirar ao máximo, que, mesmo não logrado, significa-lhe visão otimista do porvir, que o aguarda, permitindo-se então o que seja possível conseguir, sem produzir mecanismo frustrante ou dependência daqueles que o lograram.



Como o pensamento é a fonte geradora das aspirações, anelar pelo melhor, trabalhar por adquiri-lo, representa elevação e engrandecimento moral. Não se perturbar, todavia, quando isso não ocorra, é demonstração de maturidade e de equilíbrio que todos devem manter.


De "Vida - Desafios e Soluções", do capítulo "Energias da Vida", de Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis

Curso de Formação de Trabalhadores da Infância, Juventude e Adultos - Belém

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Doutrina Espírita - Versão Prática - Site O Mensageiro



 Versão Prática

Visto que Jesus ensinou as verdadeiras leis de Deus, qual é a utilidade do ensinamento dado pelos Espíritos? Terão a nos ensinar alguma coisa a mais?
- A palavra de Jesus era frequentemente alegórica e em parábolas, porque falava segundo os tempos e os lugares. É necessário agora que a verdade seja inteligível para todo o mundo. É preciso bem explicar e desenvolver essas leis, visto que há tão pouca gente que as compreende e ainda menos que as pratica. Nossa missão é impressionar os olhos e os ouvidos para confundir os orgulhosos e desmascarar os hipócritas: aqueles que tomam as aparências da virtude e da religião para ocultarem suas torpezas. O ensinamento dos Espíritos deve ser claro e inequívoco, a fim de que ninguém possa pretextar ignorância e cada um possa julgá-lo e apreciá-lo com sua razão. Estamos encarregados de preparar o reino do bem anunciado por Jesus; por isso, não é preciso que cada um interprete a lei de Deus ao capricho de suas paixões, nem falseie o sentido de uma lei toda de amor e de caridade. (O Livro dos Espíritos – Questão 627)


Reconhecendo, embora, a alusão de Jesus aos povos de seu tempo, quando traçou a parábola do festim das bodas, recordemos o caráter funcional do Evangelho e busquemos a versão prática da lição para os nossos dias.



Compreendendo-se que todos os recursos da vida são pertences de Deus, anotaremos o divino convite à lavoura do bem, em cada lance de nossa marcha.



Os apelos do Céu, em forma de concessões, para que os homens se ergam à Lei do Amor, voam na Terra em todas as latitudes. Todavia, raros registram-lhes a presença.



Há quem receba o dote da cultura, bandeando-se para as fileiras da vaidade; quem recolhe a mordomia do ouro, descendo para os antros da usura; quem senhoreia p tesouro da fé, preferindo ajustar-se ao comodismo da dúvida malfazeja; quem exibe o talento da autoridade, isolando-se na fortificação da injustiça; quem dispõe da riqueza das horas, mantendo-se no desvão da ociosidade, e quem frui o dom de ajudar, imobilizando-se no palanque da crítica.



Quase todos os detentores dos privilégios sublimes lhes conspurcam a pureza.

Contudo, quando mais se acreditam indenes de responsabilidade e trabalho, eis que surge o sofrimento por mensageiro mais justo, convocando bons e menos bons, felizes e infelizes, credores e devedores, vítimas e verdugos ao serviço da perfeição, e, sacudidos nos refolhos do próprio ser, os pobres retardatários anseiam libertar-se do egoísmo e da sombra, consagrando-se, enfim, à obra do bem de todos, em cuja exaltação é possível reter a celeste alegria.



Entretanto, ainda aí, repontam, desditosos, espíritos rebeldes, agressivos e ingratos.



Para eles, porém, a vida nessa fase, reserva tão-somente a cessação do ensejo de avanço e reajuste, porquanto, jugulados pela própria loucura, são forçados na treva a esperar que o futuro lhes oferte ao caminho o tempo expiatório em cárcere de dor.



***



Desse modo, se a luta vos concita a servir para o Reino de Deus, com a aflição presidindo os vossos novos passos, tende na paciência a companheira firme, a fim de que a humildade, por excelsa coroa, vos guarde o coração na beleza e na alvura da caridade em Cristo, que vos fará vestir a túnica da paz no banquete da luz.



Autor:
Chico Xavier (médium)
Emmanuel (espírito)

Fonte:
Livro: Religião dos Espíritos


Mensagem Espírita - Visão Retrospectiva, no momento da morte - Site do Centro de Divulgação e Estudos do Espiritismo ( CVDEE)


Visão Retrospectiva, no momento da morte         

Cap. 25 do livro Morrer e Depois
Autor: Waldo Lima do Valle
Editora: A União

  
Este é um dos fenômenos mais singulares que ocorrem em todos os casos de morte natural e, até mesmo, em algumas mortes subitâneas, por acidentes diversos.

A pessoa, nos instantes finais de sua existência, vê passar diante de si, como numa tela de cinema ou num monitor de vídeo, toda a Vida que está prestes a deixar. Os primeiros meses do renascimento, a pré-infância, a infância, a puberdade, a adolescência, a juventude e a fase adulta, tudo, tudo que foi experimentado em cada um desses estágios do desenvolvimento bio-psicológico do ser humano, vem à tona com uma riqueza de pormenores, absolutamente, incomum.

Deve-se este fenômeno ao registro minucioso feito pelo corpo perispiritual de todos os acontecimentos vividos pelo ser humano em cada uma de suas existências. Nada deixa de ser fixado pelo envoltório sutil da alma, e é, graças a essa transcrição minuciosa, que podemos, aqui mesmo, em nosso mundo e, mais tarde, na Vida Espiritual, lembrar-nos de todas as nossas existências pregressas.

Essa visão retrospectiva possibilita ao ser uma contemplação crítica e analítica de todas as ações por ele praticadas, durante a última existência, num prévio julgamento consciencial, com vistas à situação que ele merece na Pátria Espiritual.

Através desse retrospecto, pode o espírito avaliar a imensa distância que ainda o separa de um viver, realmente, pautado dentro da legislação divina. Por outro lado, verifica-se, também, que até o centavo que um dia doamos, como esmola, ao mais humilde dos pedintes, ali está registrado.

0 fenômeno é instantâneo. Acontece num átimo. 0 que mais importa, entretanto, não é a sua duração, mas a sua qualidade. Mesmo os segredos mais íntimos que, por vezes, o ser humano reprime para o seu inconsciente, vêm à tona com absoluta fidelidade, numa demonstração de que nada permanecerá enterrado, para sempre, nos porões da mente.

E isto apenas confirma as palavras de Jesus, quando disse:

Nada há oculto que não venha, um dia, a ser conhecido.

Nessa retrospectiva, os fatos negativos servem de advertência, e possibilitam ao espírito entrever as conseqüências cármicas que, no futuro, eles desencadearão. Isto nas almas -mais esclarecidas, com senso de responsabilidade e noções precisas de Vida Eterna e reencarnação. Já os fatos positivos, também recordados, servem como estímulo a um maior crescimento moral e espiritual nas novas dimensões da Vida em que a alma está penetrando.

0 grande vate português Luiz de Camões, em soneto célebre, afirma: - Numa hora, encontro mil anos e é de jeito que em mil anos não encontro uma hora... De fato, o tempo psicológico do espírito e suas vivências espirituais não são medidos exteriormente com os parâmetros habituais dos ponteiros dos relógios. Esse tempo não cronológico, representado pelo acúmulo de experiências vividas, só pode ser avaliado, interiormente, em visões retrospectivas, no instante da morte, ou nos estados de emancipação da alma. No sonho, no sono hipnótico ou sonambúlico, é perfeitamente possível ao espírito reviver, em segundos, fatos que ocuparam, por vezes, metade de uma existência.

Ao despertar no Além e na posse integral dessa visão panorâmica de sua última existência, o espírito transformar-se-á no grande juiz de si mesmo, no tribunal silencioso de sua consciência...


Mensagem Espírita - Autodesobsessão - Site O Espiritismo

Autodesobsessão
André Luiz

Se você já pode dominar a intemperança
mental...

Se esquece os próprios
constrangimentos, a fim de cultivar o
prazer de servir...

Se sabe cultivar o comentário infeliz, sem passá-lo adiante...

Se vence a indisposição contra o estudo e continua, tanto quanto possível, em contato com a leitura construtiva...

Se olvida mágoas sinceramente,
mantendo um espírito compreensivo e
cordial, à frente dos ofensores...

Se você se aceita como é, com as
dificuldades e conflitos que tem,
trabalhando com tudo aquilo que não
pode modificar...

Se persevera na execução dos seus
propósitos enobrecedores, apesar de
tudo que se faça ou fale contra você...

Se compreende que os outros têm o
direito de experimentar o tipo de
felicidade a que se inclinem, como nos
acontece...

Se crê e pratica o princípio de que
somente auxiliando o próximo, é que
seremos auxiliados...

Se é capaz de sofrer e lutar na seara do bem, sem trazer o coração amargoso e intolerante...

Então, você estará dando passos largos
para libertar-se da sombra, entrando, em definitivo, no trabalho da
autodesobsessão.


Autor: André Luiz
Psicografia de Chico Xavier. Livro: Passos da Vida

Fonte: Site O Espiritismo

terça-feira, 24 de abril de 2012

Mensagem Espírita - AUTOLIBERTAÇÃO - Site da Federação Espírita Brasileira

AUTOLIBERTAÇÃO

*
"...Nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele," - Paulo, (I TIMOTEO, 6:7.)

Se desejas emancipar a alma das grilhetas escuras do "eu", começa o teu curso de auto-libertação, aprendendo a viver "como possuindo tudo a nada tendo", "com todos e sem ninguém".


Se chegaste à Terra na condição de um peregrino necessitado de aconchego e socorro e se sabes; que te retirarás dela sozinho, resigna-te a viver contigo mesmo, servindo a todos, em favor do teu crescimento espiritual para a imortalidade.


Lembra-te de que, por força das leis que governam os destinos, cada criatura está ou estará em solidão, a seu modo, adquirindo a ciência da auto-superação.


Consagra-te ao bem, não só pelo bem de ti mesmo, mas, acima de tudo, por amor ao próprio bem.


Realmente grande é aquele que conhece a própria pequenez, ante a vida infinita.


Não te imponhas, deliberadamente, afugentando a simpatia; não dispensarás o concurso alheio na execução de tua tarefa.


Jamais suponhas que a tua dor seja maior que a do vizinho ou que as situações do teu agrado sejam as que devam agradar aos que te seguem. Aquilo que te encoraja pode espantar a muitos e o material de tua alegria pode ser um veneno para teu irmão.


Sobretudo, combate a tendência ao melindre pessoal com a mesma persistência empregada no serviço de higiene do leito em que repousas. Muita ofensa registrada é peso inútil ao coração. Guardar o sarcasmo ou o insulto dos outros não será o mesmo que cultivar espinhos alheios em nossa casa?


Desanuvia a mente, cada manhã, e segue para diante, na certeza de que acertaremos as nossas contas com Quem nos emprestou a vida e não com os homens que a malbaratam.


Deixa que a realidade te auxilie a visão e encontrarás a divina felicidade do anjo anônimo, que se confunde na glória do bem comum.


Aprende a ser só, para seres mais livre no desempenho do dever que te une a todos, e, de pensamento voltado para o Amigo Celeste, que esposou o caminho estreito da cruz, não nos esqueçamos da advertência de Paulo, quando nos diz que, com alusão a quaisquer patrimônios de ordem material, "nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele".

Do livro FONTE VIVA
FRANCISCO CANDIDO XAVIER
DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL



Fonte: FEB - FEDERAÇÃO ESP�RITA BRASILEIRA - FEB - Federação Espírita Brasileira - SGAN 603 - Conjunto F - Av. L2 Norte - Brasília - DF - CEP 70.830-030 - Telefone: (61) 2101 6161

Mensagem Espírita - Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores - Site O Espiritismo

Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores
Meimei

Quando pronunciamos as palavras “perdoa as nossas dividas, assim como perdoamos aos nossos devedores”, não apenas estamos à espera do benefício para o nosso coração e para a nossa consciência, mas estamos igualmente assumindo o compromisso de desculpar os que nos ofendem.



Todos possuímos a tendência de observar com evasivas os grandes defeitos que existem em nós, reprovando, entretanto, sem exame, pequeninas faltas alheias.



Por isso mesmo Jesus, em nos ensinando a orar, recomendou-nos esquecer qualquer mágoa que alguém nos tenha causado.



Se não oferecermos repouso à mente do próximo, como poderemos aguardar o descanso para os nossos, pensamentos?


Será justo conservar todo o pão, em nossa casa, deixando a fome aniquilar a residência do vizinho?



A paz é também alimento da alma, e, se desejamos tranqüilidade para nós, não nos esqueçamos do entendimento e da harmonia que devemos aos demais.


Quando pedirmos a tolerância do Pai Celeste em nosso favor, lembremo-nos também de ajudar aos outros com a nossa tolerância.


Auxiliemos sempre.



Se o Senhor pode suportar-nos e perdoar-nos, concedendo-nos constantemente novas e abençoadas oportunidades de retificação, aprendamos, igualmente, a espalhar a compreensão e o amor, em benefício dos que nos cercam.



Autor: Meimei
Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Pai Nosso

Fonte: Site O Espiritismo 

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Mensagem Espírita - PELAS OBRAS - Site da Federação Espírita Brasileira

PELAS OBRAS

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"E que os tenhais em grande estima e amor por causa da sua obra". - Paulo. (I TESSALONICENSES, 5:13).

Esta passagem de Paulo, na Primeira Epístola aos Tessalonicenses, é singularmente expressiva para a nossa luta cotidiana.
Todos experimentamos a tendência de consagrar a maior estima apenas àqueles que leiam a vida pela cartilha dos nossos pontos de vista. Nosso devotamento é sempre caloroso para quantos nos esposem os modos de ver, os hábitos enraizados e os princípios sociais; todavia, nem sempre nossas interpretações são as melhores,
nossos costumes os mais nobres e nossas diretrizes as mais elogiáveis.
Daí procede o impositivo de desintegração da concha do nosso egoísmo para dedicarmos nossa amizade e respeito aos companheiros, não pela servidão afetiva com que se liguem ao nosso roteiro pessoal, mas pela fidelidade com que se norteiam em favor do bem comum.
Se amamos alguém tão-só pela beleza física, é provável encontremos amanhã o objeto de nossa afeição a caminho do monturo.
Se estimamos em algum amigo apenas a oratória brilhante, é possível esteja ele em aflitiva mudez, dentro em breve.
Se nos consagramos a determinada criatura só porque nos obedeça cegamente, é provável estejamos provocando a queda de outros nos mesmos erros em que temos incidido tantas vezes.
É imprescindível aperfeiçoar nosso modo de ver e de sentir, a fim de avançarmos no rumo da vida Superior.
Busquemos as criaturas, acima de tudo, pelas obras com que beneficiam o tempo e o espaço em que nos movimentamos, porque, um dia, compreenderemos que o melhor raramente é aquele que concorda conosco, mas é sempre aquele que concorda com o Senhor, colaborando com ele, na melhoria da vida, dentro e fora de nós.

Do livro FONTE VIVA
FRANCISCO CANDIDO XAVIER
DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL