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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mensagem Espírita - A Fé não pode faltar - Jornal dos Espíritos

A fé não pode faltar
 A falta de fé está na raiz de muitas de nossas aflições...
 ORSON PETER CARRARA

Tive oportunidade de indagar uma psicóloga, de público, sobre qual o principal motivo das angústias e dificuldades levadas às terapias. Sim, dentre tantas razões que podem nos levar a procurar a terapia psicológica, qual seria aquele que se sobressai como causa dos desequilíbrios que atormentam a serenidade da vida humana.
Surpreendente! Na minha falta de visão, pois não sou psicólogo, imaginava que fossem outros os motivos como o vazio existencial, os dramas sexuais, a depressão, a solidão, a timidez, etc. Claro que todos eles, e outros, apresentam-se como causa dos desajustes que podem requerer ajuda profissional, sempre útil e oportuna.
Declarou a psicóloga que o principal fator é a falta de fé. Isso me abriu um leque de entendimento e pude refletir sobre o alcance da afirmação.
Sim, a ausência de fé é cruel para o coração, para o psiquismo. Sem ela, onde a coragem, a determinação, a perseverança, a confiança, a lucidez, a certeza de superação das dificuldades?
Afinal, o que é a fé senão a Confiança nas próprias forças e no amparo de Deus que nunca falta, a Certeza que se pode alcançar determinados objetivos, a lucidez para decidir sobre os melhores caminhos?
Ora, paremos para pensar um pouco. Para se ter confiança no coração, certeza que se pode superar desafios e lucidez na hora de decidir são fatores essenciais oriundos, os três, da fé, esse sentimento notável, nato e necessitado de manutenção pelo raciocínio e pelo estudo, e até mesmo pela prática diária da prece e da meditação.
Muitos poderão dizer que não. Respeito opiniões, pois não estou aqui para polemizar. Mas a fé não é apenas uma questão religiosa, mas principalmente uma questão de foro íntimo, ainda que sejam crenças nas próprias forças. Independente de crermos ou não na existência de forças e poderes de Deus em nosso favor, tais forças existem e nos amparam continuamente. Ocorre que quando somamos nossos próprios valores aos recursos da espiritualidade, independente de religião, nossas forças e perspectivas são triplicadas...
Para vencer, pois, as dificuldades, é hora de levantar a cabeça, acreditar em si mesmo, usar os recursos da coragem, da iniciativa e prosseguir caminhando. Não existem dificuldades insuperáveis. Existem sim são desistências, fruto, não há dúvida, da ausência de fé.
Um detalhe, amigo, leitor, porém, não pode ser esquecido: busque os recursos de Deus! Quando tudo se fechar para você, em todos os lados, levante os olhos para o alto e busque o socorro sempre presente da Bondade Divina que nunca nos abandona.
Notemos que nossos dramas e angústias se desenvolvem a partir de posturas de descrença, desânimo, precipitação e falta de amor em seu amplo e restrito sentido.
A falta de fé é, pois, um inimigo cruel. Seja qual for a religião a qual você se vincule, construa sua fé, mantenha-a ativa e produtiva. Pelo menos a seu próprio favor, para vencer seus desafios e depois oferecer também sua experiência e suas próprias mãos para levantar aqueles que caíram, em postura de solidariedade que a todos nos cabe.
A ajuda profissional é marcante, mas sua postura de coragem e fé é determinante para a superação de desafios. Não nos comparemos a ninguém. Somos únicos, cada um com seu potencial. Afinal ninguém é maior do que ninguém, nem menor...
Você, amigo leitor, assim como eu ou como qualquer pessoa, somos autênticas e amadas pérolas de Deus!



segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Mensagem Espírita - Servicinhos - Site da Federação Espírita Brasileira

 

Servicinhos



“Antes sede uns para com os outros benignos.” – Paulo. (EFÉSIOS, 4:32.)


Grande massa de aprendizes queixa-se, por vezes, da ausência de grandes oportunidades nos serviços do mundo.


Aqui, é alguém desgostoso por não haver obtido um cargo de alta relevância; além, é um irmão inquieto porque ainda não conseguiu situar o nome na grande imprensa.

A maioria anda esquecida do valor dos pequenos trabalhos que se traduzem, habitualmente, num gesto de boas maneiras, num sorriso fraterno e consolador…

Um copo de água pura, o silêncio ante o mal que não comporta esclarecimentos imediatos, um livro santificante que se dá com amor, uma sentença carinhosa, o transporte de um fardo pequenino, a sugestão do bem, a tolerância em face de uma conversação fastidiosa, os favores gratuitos de alguns vinténs, a dádiva espontânea ainda que humilde, a gentileza natural, constituem serviços de grande valor que raras pessoas tomam à justa consideração.
Que importa a cegueira de quem recebe?

Que poderá significar a malevolência das criaturas ingratas, diante do impulso afetivo dos bons corações?

Quantas vezes, em outro tempo, fomos igualmente cegos e perversos para com o Cristo, que nos tem dispensado todos os obséquios, grandes e pequenos?
Não te mortifiques pela obtenção do ensejo de aparecer nos cartazes enormes do mundo.

Isso pode traduzir muita dificuldade e perturbação para teu espírito, agora ou depois.
Sê benevolente para com aqueles que te rodeiam.
Não menosprezes os servicinhos úteis.
Neles repousa o bem-estar do caminho diário para quantos se congregam na experiência humana.