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sábado, 3 de novembro de 2012

Mensagem Espírita - Administração - Site da Federação Espírita Brasileira



Administração



“Dá conta de tua administração.” – Jesus. (Lucas, 16:2.)

Na essência, cada homem é servidor pelo trabalho que realiza na obra do Supremo Pai e, simultaneamente, é administrador, porquanto cada criatura humana detém possibilidades enormes no plano em que moureja.
Mordomo do mundo não é somente aquele que encanece os cabelos, à frente dos interesses coletivos, nas empresas públicas ou particulares, combatendo tricas mil, a fim de cumprir a missão a que se dedica.
Cada inteligência da Terra dará conta dos recursos que lhe foram confiados.
A fortuna e a autoridade não são valores únicos de que devemos dar conta hoje e amanhã.
O corpo é um templo sagrado.
A saúde física é um tesouro.
A oportunidade de trabalhar é uma bênção.
A possibilidade de servir é um obséquio divino.
O ensejo de aprender é uma porta libertadora.
O tempo é um patrimônio inestimável.
O lar é uma dádiva do Céu.
O amigo é um benfeitor.
A experiência benéfica é uma grande conquista. A ocasião de viver em harmonia com o Senhor, com os semelhantes e com a Natureza é uma glória comum a todos.
A hora de ajudar os menos favorecidos de recursos ou entendimento é valiosa.
O chão para semear, a ignorância para ser instruída e a dor para ser consolada são apelos que o Céu envia sem palavras ao mundo inteiro.
Que fazes, portanto, dos talentos preciosos que repousam em teu coração, em tuas mãos e no teu caminho? Vela por tua própria tarefa no bem, diante do Eterno, porque chegará o momento em que o Poder Divino te pedirá: – “Dá conta de tua administração.”

Mensagem Espírita - Pensando na morte - Site Momento Espírita




Pensando na morte
Site Momento Espírita


Nós, seres humanos, somos de raças e cores diferentes. Temos múltiplas formas de nos expressar, através da linguagem e da diversidade dos costumes.

Em matéria de crença religiosa, filiamo-nos àquela que melhor nos fale ao coração.

Somos de graus variados em intelecto, posição social e sentimentos.

Mas, se há um verdadeiro ponto comum para todos nós, esse se chama morte.

Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, é com o que menos nos preocupamos.

Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desavenças com pessoas e nações, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficará aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.

Acumulamos bens e trabalhamos muito além da conta, para encher cofres e contas bancárias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.

Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcançar.

Para quase todos, aliás, falar em morte equivale a algo lúgubre, tenebroso.

Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade Média.

Se nos recordarmos dos cristãos primitivos, veremos que para eles a morte não tinha conotação de terror algum.

Era, antes, considerada a grande libertadora. Conscientes da mensagem imortalista do Galileu, eles partiam para o martírio entre hinos de alegria.

No corpo, consideravam-se encarcerados, anelando pela liberdade.

Na limitação orgânica, sentiam-se em área estreita e sombria, desejando a luminosidade do amanhecer eterno.

Enquanto na matéria, experimentavam cativeiro perturbador e por isso mesmo, esforçavam-se para alcançar a libertação.

Viviam as experiências terrenas com lucidez, preservando a certeza de que, por mais se alongassem, seriam interrompidas com a morte, prosseguindo noutra dimensão.

Face a essa convicção, jamais se atemorizavam diante da própria morte. Nem dos seres amados.

Viviam no mundo como alunos num internato, como hóspedes e não como residentes fixos.

Martirizados ou perseguidos, recebiam a penalidade como forma de sublimação e de mais fácil ascensão à glória imortal.

O infortúnio do exílio, a separação dos bens e da família, embora os fizesse sofrer, não os desesperava, por confiarem no reencontro futuro e na conquista de valiosos tesouros de paz e autorrealização.

A Idade Média, com suas superstições e fanatismo, envolveu a morte em terríveis sombras, vestindo-a de pavor.

As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerimônias macabras, tudo dava a impressão de horror e desalento em referência à morte.

É hora de retornar às fontes primitivas do Cristianismo. Com a certeza da continuação da vida, a morte passará a ser recebida com serenidade.

Morrer deixará de ser tragédia. Será, sim, o mecanismo que facilitará o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.

Sigamos, pois, na sua direção, com tranquilidade e sem temor.

Redação do Momento Espírita com base no cap. 29, do livro Desperte e seja feliz, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Em 2.11.2012.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Mensagem Espírita - Enxertia divina - Site da Federação Espírita Brasileira



Enxertia divina


“Se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar.”– Paulo. (Romanos, 11:23.)


Toda criatura, em verdade, é uma planta espiritual, objeto de minucioso cuidado por parte do Divino Semeador.

Cada homem, qual ocorre ao vegetal, apresenta diferenciados períodos na existência.
Sementeira, germinação, adubação, desenvolvimento, utilidade, florescência, frutificação, colheita…
Nas vésperas do fruto, desvela-se o pomicultor, com mais carinho, pelo aprimoramento da árvore.
É imprescindível haja fartura e proveito. Na luta espiritual, em identidade de circunstâncias, o Senhor adota iguais normas para conosco.
Atingindo o conhecimento, a razão e a experiência, o Pomicultor Celeste nos confere preciosos recursos de enxertia espiritual, com vistas à nossa sublimação para a vida eterna.
A cada novo dia de tua experiência humana, recebes valioso concurso para que os resultados da presente encarnação te enriqueçam de luz divina pela felicidade que transmites aos outros.
És, contudo, uma “árvore consciente”, com independência para aceitar ou não os elementos renovadores, com liberdade para registrar a bênção ou desprezá-la.
Repara, atentamente, quantas vezes te convoca o Sublime Semeador ao engrandecimento de ti mesmo.
A enxertia do Alto procura-nos através de mil modos.
Hoje, é na palestra edificante de um companheiro.
Amanhã, será num livro amigo.
Depois, virá por intermédio de uma dádiva aparentemente insignificante da senda.
Se guardas, pois, o propósito de elevação, aproveita a contribuição do Céu, iluminando e santificando o templo íntimo. 
Mas, se a incredulidade por enquanto te isola a mente, enovelando-te as forças no carretel do egoísmo, o enxerto de sublimação te buscará debalde, porque ainda não produzes, nos recessos do espírito, a seiva que favorece a Vida Abundante.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Paz espiritual - Elizabete lacerda - Novo - Forum Espirita

Paz espiritual - Elizabete lacerda - Novo - Forum Espirita

Mensagem Espírita - Olhe para trás!


Olhe para trás!

Veja os obstáculos que você já superou.
Veja quanto você já aprendeu
nesta vida e quanto já cresceu.
Olhe para frente!
Não fique parado,
levante-se quando tropeçar e cair.
Estabeleça metas,
tenha planos e prossiga 
com firmeza.
Olhe para dentro!
Conheça seu coração e analise seus projetos;
mantenha puros seus
sentimentos.
Não deixe que o orgulho,
a vaidade e a inveja dominem seus 
pensamentos e seu coração.
Olhe para o lado!
Socorra quem precisa de você.
Ame o próximo e seja sensível 
para perceber as necessidades daqueles que o
cercam.
Olhe para baixo!
Não pise em ninguém...
perceba as pequenas coisas
e aprenda a valorizá-las.
Olhe para cima!
Há um Deus maior do que você, 
que te ama muito 
e tem todas as coisas sob seu controle.
Olhe para Deus!
Perceba a profundidade, 
a riqueza e o poder da bondade divina.
Sinta esse Deus que olha por você 
em todos os dias da sua vida




Olhe para trás!
Texto sugerido pela colaboradora Adinha Carcavallo


Veja os obstáculos que você já superou.


Veja quanto você já aprendeu nesta vida e quanto já cresceu.

Olhe para frente!

Não fique parado, levante-se quando tropeçar e cair.

Estabeleça metas, tenha planos e prossiga com firmeza.

Olhe para dentro!

Conheça seu coração e analise seus projetos; mantenha puros seus sentimentos.

Não deixe que o orgulho, a vaidade e a inveja dominem seus pensamentos e seu coração.

Olhe para o lado!

Socorra quem precisa de você.

Ame o próximo e seja sensível para perceber as necessidades daqueles que o cercam.

Olhe para baixo!

Não pise em ninguém...perceba as pequenas coisas e aprenda a valorizá-las.

Olhe para cima!

Há um Deus maior do que você, que te ama muito e tem todas as coisas sob seu controle.

Olhe para Deus!

Perceba a profundidade, a riqueza e o poder da bondade divina.

Sinta esse Deus que olha por você em todos os dias da sua vida.

Mensagem Espírita - A luz segue sempre - Site da Federação Espírita Brasileira


A luz segue sempre



“E as suas palavras lhes pareciam como desvario, e não as creram.” - (LUCAS, 24:11.)

A perplexidade surgida no dia da Ressurreição do Senhor ainda é a mesma nos tempos que passam, sempre que a natureza divina e invisível ao olhar comum dos homens manifesta suas gloriosas mensagens.
As mulheres devotadas, que se foram em romaria de amor ao túmulo do Mestre, sempre encontraram sucessores. 
Todavia, são muito raros os Pedros que se dispõem a levantar para a averiguação da verdade.
Em todos os tempos, os transmissores de notícias de além-túmulo peregrinaram na terra, quanto hoje.
As escolas religiosas deturpadas, porém, somente em raras ocasiões aceitaram o valioso concurso que se lhes oferecia.
Nas épocas passadas, todos os instrumentos da revelação espiritual, com raras exceções, foram categorizados como bruxos, queimados na praça pública, e, ainda hoje, são tidos por dementes, visionários e feiticeiros. 

É que a maioria dos companheiros de jornada humana vivem agarrados aos inferiores interesses de alguns momentos e as palavras da verdade imortalista sempre lhes pareceram consumado desvario. 

Entregues ao efêmero, não crêem na expansão da vida, dentro do infinito e da eternidade, mas a luz da Ressurreição prossegue sempre, inspirando seus missionários ainda incompreendidos.