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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Mensagem Espírita - Mediunidade - Site da Federação Espírita Brasileira




Mediunidade


E nos últimos dias acontecerá, diz o Senhor, que do meu Espírito derramarei sobre toda carne; os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, vossos mancebos terão visões e os vossos velhos sonharão sonhos.” — (ATOS, capítulo 2, versículo 17.)

No dia de Pentecostes, Jerusalém estava repleta de forasteiros. Filhos da Mesopotâmía, da Frígia, da Líbia, do Egito, cretenses, árabes, partos e romanos se aglomeravam na praça extensa, quando os discípulos humildes do Nazareno anunciaram a Boa Nova, atendendo a cada grupo da multidão em seu idioma particular.

Uma onda de surpresa e de alegria invadiu o espírito geral.
Não faltaram os cépticos, no divino concerto, atribuindo à loucura e à embriaguez a revelação observada. Simão Pedro destaca-se e esclarece que se trata da luz prometida pelos céus à escuridão da carne.
Desde esse dia, as claridades do Pentecostes jorraram sobre o mundo, incessantemente.
Até aí, os discípulos eram frágeis e indecisos, mas, dessa hora em diante, quebram as influências do meio, curam os doentes, levantam o espírito dos infortunados, falam aos reis da Terra em nome do Senhor.
O poder de Jesus se lhes comunicara às energias reduzidas.
Estabelecera-se a era da mediunidade, alicerce de todas as realizações do Cristianismo, através dos séculos.
Contra o seu influxo, trabalham, até hoje, os prejuízos morais que avassalam os caminhos do homem, mas é sobre a mediunidade, gloriosa luz dos céus oferecida às criaturas, no Pentecostes, que se edificam as construções espirituais de todas as comunidades sinceras da Doutrina do Cristo e é ainda ela que, dilatada dos apóstolos ao círculo de todos os homens, ressurge no Espiritismo cristão, como a alma imortal do Cristianismo redivivo.



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Mensagem Espírita - Em nosso trabalho - Site da Federação Espírita Brasileira



Em nosso trabalho


“Porque toda casa é edificada por alguém, mas o que edificou todas as coisas é Deus.” – Paulo. (HEBREUS, 3:4.)
O Supremo Senhor criou o Universo, entretanto, cada criatura organiza o seu mundo particular.
O Arquiteto Divino é o possuidor de todas as edificações, todavia, cada Espírito constrói a habitação que lhe é própria.
O Doador dos Infinitos Bens espalha valores ilimitados na Criação, contudo, cada um de nós outros deverá criar valores que nos sejam inerentes à personalidade.
A natureza maternal, rica de bênçãos, em toda parte constitui a representação do patrimônio imensurável do Poder Divino e, em todo lugar, onde exista alguém, aí palpita a vontade igualmente criadora do homem, que é o herdeiro de Deus.
O Pai levanta fundamentos e estabelece leis.
Os filhos contribuem na construção das obras e operam interferências.
É compreensível, portanto, que empenhemos todo o cuidado em nosso esforço individualista, nas edificações do mundo, convictos de que responderemos pela nossa atuação pessoal, em todos os quadros da vida.
Colaboremos no bem com o entusiasmo de quem reconhece a utilidade da própria ação, nos círculos do serviço, mas sem paixões destruidoras que nos amarrem às ilhas do isolacionismo.
Apresentemos nosso trabalho ao Senhor, diariamente, e peçamos a Ele destrua as particularidades em desacordo com os seus propósitos soberanos e justos, rogando-lhe visão e entendimento.
Seremos compelidos a formar o campo mental de nós mesmos, a erguer a casa de nossa elevação e a construir o santuário que nos seja próprio.
No desdobramento desse serviço, porém, jamais nos esqueçamos de que todos os patrimônios da vida pertencem a Deus.
Fonte: Site da Federação Espírita Brasileira

Mensagem Espírita - A felicidade na Terra - Site Momento Espírita



A felicidade na Terra 
Site Momento Espírita



É possível ser feliz na Terra?

Nos momentos em que projetamos nossos sonhos para o futuro, em que planejamos o porvir, em que buscamos imaginar como estará nossa vida no amanhã, já nos fizemos esta pergunta?
Será possível conquistar a felicidade na Terra?
A máxima do livro bíblico Eclesiastes é bastante objetiva, quando afirma que a felicidade não é deste mundo. Com efeito, nem a fortuna, nem o poder, nem mesmo a juventude florescente, são as condições essenciais da felicidade.
E, ainda mais, podemos afirmar que nem mesmo a reunião dessas três condições, tão desejadas, conseguiriam trazer ao homem o verdadeiro sentimento de ser feliz.
É natural que esta seja a verdade, pois que a Humanidade ainda está na infância de sua evolução e, por essa razão, a felicidade completa, absoluta se encontra distante de nossas possibilidades.
Estamos no planeta das expiações, dessas oportunidades benditas de resgatar equívocos do passado...
Estamos no planeta das provas, das situações e experiências que visam verificar o aprendizado que viemos realizando ao longo das existências...
Estamos no planeta do sofrimento, da lapidação aplicada ao diamante bruto, para que esse possa fulgir como estrela.
Assim, a felicidade constante, plena, aguarda-nos no futuro, como consequência natural de nosso esforço em ultrapassar todas as fases do desenvolvimento.
Mas que isso não nos traga desânimo! É possível sim, melhorar as condições de nossas vidas. É possível multiplicar os momentos de alegria que temos. É possível sermos mais felizes do que já somos!
Para isso, estão em nossas mãos os ensinamentos do Cristo, com Suas consolações e esperanças.
Para isso, estão conosco as lições inesquecíveis do Mestre, mostrando-nos que o amor ao próximo nos faz mais felizes, mais completos.
A felicidade plena, realmente, não é deste mundo ainda, mas o entendimento dentro de nossas famílias é possível. O perdão a alguém que nos prejudicou é suave alívio. Amar profundamente ao pai, à mãe, ao filho, já se faz real em nossos dias.
Portanto amemos, pois o sentimento de amar alguém irriga nossos campos íntimos com a felicidade...
Vivamos o bem, porque a consciência tranquila, a consciência em paz, será a grande responsável pela conquista da felicidade futura.
Sobre a felicidade que podemos alcançar na Terra, os Espíritos superiores nos dizem que, na vida material, ser feliz é ter a posse do necessário. E, que na vida espiritual, a felicidade está na consciência tranquila e na fé no futuro.
É essa fé que nos faz ver os objetivos distantes, como alcançáveis.
É essa fé que remove montanhas, mostrando-nos que, atrás delas, espera-nos o nascer do sol de uma felicidade sem fim.

Redação do Momento Espírita com base
no cap. V, item 20, do livro 
O Evangelho
segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em  14.1.2013