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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Artigo Espírita - Influência dos Espíritos na nossa Vida - Site Doutrina Espírita: Luz da Razão


Influência dos Espíritos na nossa Vida



 Influência dos Espíritos em Nossos Pensamentos
Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos? Esta pergunta foi feita pelo iluminado Codificador do Espiritismo, Allan Kardec, aos Espíritos quando da elaboração de “O Livro dos Espíritos”, ao que eles responderam:
Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.
Analisando a resposta dos Espíritos, vemos que, na maioria das vezes, nós encarnados, agimos sob influência de entidades do plano espiritual que se acham em afinidade conosco. Isto de certa forma já acontece entre os encarnados. Emmanuel afirma que: nossas emoções, pensamentos e atos são elementos dinâmicos de indução.
E – complementa – todos exteriorizamos a energia mental, configurando as formas sutis com que influenciamos o próximo, e todos somos afetados por essas mesmas formas nascidas nos cérebros alheios.
Cada atitude de nossa existência polariza forças naqueles que se nos afinam com o modo de ser, impelindo-os à imitação consciente ou inconsciente.
Se isto ocorre entre os encarnados, natural é que ocorra da mesma maneira entre encarnados e desencarnados.
É pelo nível de nossos pensamentos que formamos nossa vibração, e é por esta que atraímos Espíritos que vibram no mesmo nível.
Este é o processo de indução mental a que estamos submetidos, e é por isso que os Espíritos Codificadores afirmam que, de ordinário, são eles que vos dirigem.
Voltando novamente a Emmanuel neste mesmo livro:
Assim também na vida comum, a alma entra em ressonância com as correntes mentais em que respiram as almas que se lhe assemelham.
Assimilamos os pensamentos daqueles que pensam como pensamos.
É que sentindo, mentalizando, falando ou agindo, sintonizamo-nos com as emoções e idéias de todas as pessoas, encarnadas ou desencarnadas, da nossa faixa de simpatia.
Estamos invariavelmente atraindo ou repelindo recursos mentais que se agregam aos nossos, fortificando-nos para o bem ou para o mal, segundo a direção que escolhemos (…)
O desejo é a alavanca de nosso sentimento, gerando a energia que consumimos segundo a nossa vontade.
Neste texto de Emmanuel, vemos duas informações importantes:
1ª: Que os recursos mentais atraídos podem nos fortalecer para o bem ou para o mal.
É muito comum, ao analisarmos a influência dos Espíritos, falar só do aspecto negativo. Esquecemos que também os Espíritos afinados com o bem podem nos influenciar, portanto a questão é de escolha.
2ª: O desejo é a alavanca de nosso sentimento… Todavia, se quisermos mudar a faixa de influência, antes do nosso pensamento, é preciso mudar o que desejamos, porque o desejo é a base de nosso sentimento, e é esse o gerador de nossos pensamentos.
Como ilustração, citaremos um caso de influência no sentido de desencarnado para encarnado que encontramos em uma narrativa do Espírito André Luiz.
Em sua residência, o senhor Cláudio Nogueira descansava em um sofá, lendo um jornal vespertino e fazendo uso do cigarro em demasia. A essa altura surgiram dois irmãos desencarnados abordando-o e agindo sem cerimônia:
Um deles tateou-lhe um dos ombros e gritou insolente:
-Beber, meu caro, quero beber!
A voz escarnecedora agredia-nos a sensibilidade auditiva. Cláudio porém, não lhe pescava o mínimo som. Mantinha-se atento à leitura. Inalterável. Contudo, se não possuía tímpanos físicos para qualificar a petição, trazia na cabeça a caixa acústica da mente sintonizada com o paciente.
O assessor inconveniente repetiu a solicitação, algumas vezes, na atitude de hipnotizador que insufla o próprio desejo, reasseverando uma ordem.
O resultado não se fez demorar. Vimos o paciente desviar-se do artigo político em que se entranhava. Ele próprio não explicaria o súbito desinteresse de que se notava acometido pelo editorial que lhe apresara a atenção.
Beber! Beber!…
Cláudio abrigou a sugestão, convicto de que se inclinava para um trago de uísque exclusivamente por si.
O pensamento se transmudou, rápido, como a usina cuja corrente se desloca de uma direção para outra, por efeito da nova tomada de força.
Beber, beber!… e a sede de aguardente se lhe articulou a idéia, ganhando forma. A mucosa pituitária se lhe aguçou, como que mais fortemente impregnada do cheiro acre que vagueava no ar. O assistente malicioso coçou-lhe brandamente os gorgomilos. O pai de Marina sentiu-se apoquentado. Indefinível secura constrangia-lhe o laringe. Ansiava tranqüilizar-se.
O amigo sagaz percebeu-lhe a adesão tácita e colou-se a ele. De começo, a carícia leve; depois da carícia agasalhada, o abraço envolvente; e depois do abraço de profundidade, a associação recíproca. Integraram-se ambos em exótico sucesso de enxertia fluídica (…)
Ali, no entanto, produzia-se algo semelhante ao encaixe perfeito.
Cláudio -homem absorvia o desencarnado, à guisa de sapato que se ajusta ao pé. Fundiram-se os dois como se morassem eventualmente num só corpo (…)
Este é um caso simples de influência dos Espíritos em nossos pensamentos, mas que acontece todos os dias. Baseados neste acontecimento, vemos a importância da máxima evangélica : “Vigiai e Orai”.
Livro:  Apostila do Curso de Espiritismo e Evangelho
Centro Espírita Amor e Caridade – Goiânia – GO – 1997
Site:  http://www.autoresespiritasclassicos.com
Livros Pesquisados:
“O Livro dos Espíritos”, questão 459.
“Pensamento e Vida”, cap. 8 e 9.
“Sexo e Destino”, cap. VI.

Atendimento fraterno - Influências espirituais

Dentre os atendimentos fraternos que fazemos via internet alguns se revestem de especial valor, por isso tomamos a liberdade de divulgá-los, sempre preservando o anonimato das pessoas envolvidas, esperando, com isso, auxiliar um número maior de pessoas.





Pergunta: Já fui de varias religiões mas nenhuma delas soube explicar fenômenos que vivo desde criança, estou lendo alguns livros espíritas e tenho me interessado muito, estou passando por muitas dificuldades, queria saber se posso estar sofrendo alguma influencia espiritual?


Resposta: A busca espiritual de cada ser humano por respostas às suas indagações mais profundas o leva por muitos caminhos. Certo sempre é o caminho que mais lhe favoreça em termos de compreensão do mundo e de si mesma. 

Há pessoas que se satisfazem em certa religião, outras não. Por isso é sempre importante buscarmos nosso próprio lugar, em que nos sintamos bem e em que as respostas mais nos satisfaçam. 

Normalmente o espírita é aquele buscador espiritual que não se satisfaz com as respostas fornecidas pelas religiões tradicionais, ou a menos não com todas. Temas como reencarnação, fenômenos mediúnicos e a lei de causa e efeito são apresentados com muita clareza pelo Espiritismo e respondem um número muito grande de indagações.

Quanto à sua dúvida sobre a influência espiritual, o Espiritismo nos ensina que a influência do mundo espiritual em nossa vida é muito maior do que imaginamos. Constantemente somos influenciados em nossos atos e nossos pensamentos. Bons espíritos nos sugerem ânimo, coragem e fé. Espíritos sofredores, que momentaneamente se comprazem no mal, nos sugerem desânimo e estimulam sentimentos menos nobres. 

Acima de tudo não podemos esquecer que só a nós pertence a decisão final quanto às atitudes que iremos tomar. Só em casos específicos e não tão comuns a vontade do ser humano, de tão fraca, faz com que ele sofra influências negativas indesejadas por parte do plano espiritual. 

Nos ensina Kardec que os espíritos, bons ou maus, guiam-se por afinidades e essas afinidades estão localizadas nos pensamentos e nos atos de cada ser humano. Se em nosso dia-a-dia nos esforçamos para manter uma psicosfera saudável nutrindo bons pensamentos, desejando o bem e limpando nosso coração dos maus sentimentos, sobretudo através do perdão, é certo que a atuação dos maus espíritos em nossa vida fica prejudicada, pelo contrário, nesse caso, quando não se afastam, podem até encontrar em nós, pelo exemplo,  motivação para evoluir de sua condição. 

Por outro lado se insistimos em ficarmos estagnados nas esferas destrutivas da revolta, do rancor, do ódio, da inveja, da vingança e outros tantos sentimentos inferiorizantes estaremos abrindo portas para companhias indesejáveis e suas influências nocivas.

Às vezes débitos oriundos do passado, até mesmo de outras encarnações ou , ainda, hábitos nocivos que cultivamos criam vínculos espirituais cujo rompimento é mais lento, por isso necessitamos estudar para compreender a dinâmica da vida espiritual, bem como necessitamos desenvolver um ritmo mais intenso de conexão com as esferas mais altas da espiritualidade ( prece) para assim buscarmos o auxílio adequado para nosso problemas. 

Antes, no entanto, de atribuir nossos males às esferas espirituais devemos olhar com franqueza para nossa própria vida e ver se com pequenos ajustes não podemos obter melhoras significativas.


Saudações fraternas


Equipe CEALUZ   
www.ceacluz.com.br 

Mensagem Espírita - Estendamos o bem - Site da Federação Espírita Brasileira



Estendamos o bem


“Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem”. – Paulo. (Romanos, 12:21.)

Repara que, em plena casa da Natureza, todos os elementos, em face do mal, oferecem o melhor que possuem para o reajustamento da harmonia e para a vitória do bem.
Quando o temporal parece haver destruído toda a paisagem, congregam-se as forças divinas da vida para a obra do refazimento.
O Sol envia luz sobre o lamaçal, curando as chagas do chão.
O vento acaricia o arvoredo e enxuga-lhe os ramos.
O cântico das aves substitui a voz do trovão.
A planície recebe a enxurrada, sem revoltar-se, e converte-a em adubo precioso.
O ar que suporta o peso das nuvens e o choque da faísca destruidora, torna à leveza e à suavidade.
A árvore de frondes quebradas ou feridas regenera-se, em silêncio, a fim de produzir novas flores e novos frutos.
A terra, nossa mãe comum, sofre a chuva de granizos e o banho de lodo, periodicamente, mas nem por isso deixa de engrandecer o bem cada vez mais.
Por que conservaremos, por nossa vez, o fel e o azedume do mal, na intimidade do coração?
Aprendamos a receber a visita da adversidade, educando-lhe as energias para proveito da vida.
A ignorância é apenas uma grande noite que cederá lugar ao sol da sabedoria.
Usa o tesouro de teu amor, em todas as direções, e estendamos o bem por toda parte.
A fonte, quando tocada de lama, jamais se dá por vencida.
Acolhe os detritos no próprio seio e, continuando a fluir, transforma- os em bênçãos, no curso de suas águas que prosseguem correndo, com brandura e humildade, para benefício de todos.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Mensagem Espírita - Desencarnações Coletivas - Emmanuel - Site da Federação Espírita Brasileira

 

Desencarnações Coletivas (Emmanuel)


Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios? (Pergunta endereçada a Emmanuel por algumas dezenas de pessoas em reunião pública, na noite de 23-2-1972, em Uberaba, Minas).

RESPOSTA:

Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.

Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.

É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla.

***

Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.

Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.

Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de sangue e lágrimas.

Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidade na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação.

***

Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as conseqüências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança.

É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida.

***

Lamentemos sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos.

Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor.
 
(Transcrito do livro: XAVIER, Francisco C. Autores diversos. Chico Xavier pede licença. S.Bernardo do Campo: Ed. GEEM. Cap. 19).

Fonte: Site da Federação Espírita Brasileira