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sábado, 23 de março de 2013

Mensagem Espírita - As varas da videira - Site da Federação Espírita Brasileira



As varas da videira



“Eu sou a videira, vós as varas.” — Jesus. (JOÃO, capítulo 15, versículo 5.)


Jesus é o bem e o amor do princípio. Todas as noções generosas da Humanidade nasceram de sua divina influenciação. 
Com justiça, asseverou aos discípulos, nesta passagem do Evangelho de João, que seu espírito sublime representa a árvore da vida e seus seguidores sinceros as frondes promissoras, acrescentando que, fora do tronco, os galhos se secariam, caminhando para o fogo da purificação.
Sem o Cristo, sem a essência de sua grandeza, todas as obras humanas estão destinadas a perecer.
A ciência será frágil e pobre sem os valores da consciência, as escolas religiosas estarão condenadas, tão logo se afastem da verdade e do bem.
Infinita é a misericórdia de Jesus nos movimentos da vida planetária. 
No centro de toda expressão nobre da existência pulsa seu coração amoroso, repleto da seiva do perdão e da bondade.
Os homens são varas verdes da árvore gloriosa. Quando traem seus deveres, secam-se porque se afastam da seiva, rolam ao chão dos desenganos, para que se purifiquem no fogo dos sofrimentos reparadores, a fim de serem novamente tomados por Jesus, à conta de sua misericórdia, para a renovação. 
É razoável, portanto, positivemos nossa fidelidade ao Divino Mestre, refletindo no elevado número de vezes em que nos ressecamos, no passado, apesar do imenso amor que nos sustenta em toda a vida.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Mensagem Espírita - Cura verdadeira - Site Momento Espírita




Cura verdadeira


Todas as criaturas humanas adoecem. Raras são aquelas que trabalham para a cura real.

A ação medicamentosa, por si só, não restaura integralmente a saúde.

O comprimido ajuda. A injeção melhora. Entretanto, não podemos esquecer que os verdadeiros males procedem do coração.

A mente é uma fonte criadora e a vida plasma, em nós mesmos, aquilo que desejamos.

Assim, a medicação não nos valerá muito se prosseguirmos tristes e acabrunhados, porque a tristeza é geratriz e mantenedora de muitos males.

Como poderemos pretender ter a saúde restaurada, se nos permitimos a cólera ou o desânimo por muitas horas?

O desalento é anestésico que entorpece e acaba por destruir quem o cultiva.

A ociosidade que corrompe as horas e a inutilidade que desperdiça o tempo valioso extingue as forças físicas e as do Espírito.

Mesmo porque, a mente ociosa acaba por se dedicar a muitas coisas ruins, como a maledicência e a crítica destrutiva.

Se não sabemos calar, nem desculpar; se não ajudamos, nem compreendemos, como encontrar harmonia íntima?

Por mais que o socorro espiritual venha em nosso favor, devoramos as próprias energias com atitudes negativas.

E, com respeito ao socorro médico, mal surgem as primeiras melhoras, abandonamos o remédio, a dieta, os cuidados, demonstrando a nossa indisciplina.

Por isso, se estamos doentes, antes de qualquer medicação, aprendamos a orar e a entender, a auxiliar e a preparar o coração para a grande mudança.

Fujamos da indelicadeza e do azedume constante que nos conduzirão à brutalidade no trato com os demais.

Enriqueçamos nossos fatores de simpatia pessoal, pela prática do amor fraterno.

Busquemos intimidade com a sabedoria, pelo estudo e a meditação.

Não manchemos nosso caminho. Sirvamos sempre. Trabalhemos na extensão do bem a todos.

Guardemos lealdade ao Mestre Jesus a quem dizemos seguir e permaneçamos com a certeza de que, cultivando a prece, vibrando positivamente pela vida, abraçando a oração diária, desde logo, a medicação de que nos servirmos atuará rápida e beneficamente em nosso corpo.

*   *   *

Que queres que eu te faça? Perguntou Jesus ao cego de Jericó, que O buscava.

Que me devolvas a visão, respondeu Ele.

Acreditas firmemente que eu possa te curar? Retornou o Mestre a indagar.

E como a resposta fosse afirmativa, o cego passou a enxergar.

No fato em destaque, observamos que a vontade do paciente e a fé no profeta de Nazaré, foram as molas da cura.

Portanto, a cura real somente nos alcançará se melhorarmos as nossas disposições íntimas e atendermos aos preceitos médicos com disciplina e seriedade.



Redação do Momento Espírita, com base no cap. 86 do livro
Fonte viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco
Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 19.3.2013.


quarta-feira, 20 de março de 2013

Mensagem Espírita - Depende de nós - Site Momento Espírita




Depende de nós

Conta-se que um sábio seguia por um caminho, com seus discípulos. A via era tortuosa, difícil.

Em certo trecho, encontraram um carro mergulhado em um atoleiro. Admirados, viram que, ao lado do veículo, seu dono estava de joelhos, os olhos cerrados, orando fervorosamente para que Deus retirasse seu carro daquela situação.

O grupo olhou aquele homem, mergulhado na prece, sensibilizou-se e prosseguiu a sua caminhada.

Alguns quilômetros vencidos, encontraram outro homem com o carro igualmente mergulhado num lamaçal.

Ao contrário do primeiro, esse empreendia todos os esforços para tentar tirar o carro do atoleiro. Empurrava, colocava pedras como calços, tornava a empurrar.

Enquanto tudo isso fazia, no entanto, ele reclamava, esbravejava, gritava.

O sábio olhou a cena, olhou para seus discípulos e os convidou a que todos juntos auxiliassem aquele desafortunado homem.

Reunidas todas as forças, breve o carro foi retirado e o viajante, agradecendo, prosseguiu feliz a sua jornada.

Os aprendizes, surpresos, indagaram ao mestre:

Senhor, explique-nos por favor. O primeiro homem que encontramos, estava orando. Era piedoso, tinha fé em Deus e não o ajudamos.

Mas esse homem estava esbravejando, reclamando, era rebelde e, contudo, recebeu nosso apoio. Por quê?

O professor, sem se perturbar, explicou: Aquele que estava orando, esperava simplesmente que Deus viesse fazer a tarefa que lhe competia.

Esse outro, embora desesperado em sua ignorância, empenhava-se, esforçava-se, merecendo, portanto, auxílio.

*   *   *

A breve narrativa nos convida a nos indagarmos: seremos daquelas criaturas que somente reclamam do insucesso, dos dissabores, da enfermidade?

Somos dos que somente fazemos reclamar por não ter um amor, por não termos conseguido realizar o planificado para nossa própria existência?

Somos daqueles que acreditamos que nascemos para sofrer, penar, sermos infelizes?

Aprendemos, sim, que existem expiações que são inevitáveis, situações das quais não poderemos fugir, porque são o reflexo dos desmandos de vidas anteriores.

Contudo, elas podem ser alteradas, atenuadas ou até liberadas. Isso porque os atos saudáveis conquistam méritos para superar as ações danosas.

Mas, para isso, se faz necessário empreender esforços. Podemos e devemos alterar para melhor o clima que respiramos, o ambiente no qual nos encontramos.

Preciso se faz alteração de rota, movimento, realização. Abandonar a queixa, os pensamentos negativos, a mesmice de cada dia.

Abandonar as ideias negativas, o pessimismo porque, enquanto os alimentarmos, eles não nos abandonarão.

Planejemos o presente, estabeleçamos metas para o futuro e ponhamo-nos a trabalhar, sem amargura.

Lembremos, sobretudo, que não basta pedirmos ajuda a Deus. Precisamos fazer a nossa parte. E nossa parte se chama esforço pessoal, bom ânimo, perseverança.

Saúde ou doença, bem ou mal-estar, felicidade ou infelicidade dependem de cada um de nós.

Perguntemo-nos: O que desejamos para nosso amanhã?



Redação do Momento Espírita, com base no cap. 5, do livro
Momentos de saúde, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de
Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 18.3.2013.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Mensagem Espírita - Atritos físicos - Site da Federação Espírita Brasileira



Atritos físicos


“Mas se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a outra.” - Jesus. (MATEUS, 5:39.)

Alguns humoristas pretendem descobrir na advertência do Mestre uma exortação à covardia, sem noção de respeito próprio.
O parecer de Jesus, no entanto, não obedece apenas aos ditames do amor, essência fundamental de seu Evangelho. É igualmente uma peça de bom senso e lógica rigorosa.
Quando um homem investe contra outro, utilizando a força física, os recursos espirituais de qualquer espécie já foram momentaneamente obliterados no atacante.
O murro da cólera somente surge quando a razão foi afastada. E sobrevindo semelhante problema, somente a calma do adversário consegue atenuar os desequilíbrios, procedentes da ausência de controle.
O homem do campo sabe que o animal enfurecido não regressa à naturalidade se tratado com a ira que o possui.
A abelha não ferretoa o apicultor, amigo da brandura e da serenidade.
O único recurso para conter um homem desvairado, compelindo-o a reajustar-se dignamente, é conservar-se o contendor ou os circunstantes em posição normal, sem cair no mesmo nível de inferioridade.
A recomendação de Jesus abre-nos abençoado avanço …
Oferecer a face esquerda, depois que a direita já se encontra dilacerada pelo agressor, é chamá-lo à razão enobrecida, reintegrando-o, de imediato, no reconhecimento da perversidade que lhe é própria.
Em qualquer conflito físico, a palavra reveste-se de reduzida função nos círculos do bem. O gesto é a força que se expressará convenientemente.
Segundo reconhecemos, portanto, no conselho do Cristo não há convite à fraqueza, mas apelo à superioridade que as pessoas vulgares ainda desconhecem.